Servidores da Ufal fazem paralisação dia 14 de setembro e não descartam greve
Os técnico-administrativos das universidades brasileiras já definiram para o dia 14 de setembro uma paralisação nacional. A Federação dos Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) já organiza sua base como reação ao que eles chamam de “pacotão de Temer contra o funcionalismo”. Em Alagoas, o Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal) não descarta, até mesmo, uma greve ainda este ano na Ufal.
“O próximo dia 14 é um dia de paralisação nacional e um dia de atos em várias cidades, de acordo com calendário definido pelo funcionalismo público, mês passado, em plenária nacional em Brasília, isso acontece em resposta ao conjunto de ataques desferidos pelo governo federal contra os servidores que estão vendo seus salários sendo corroídos, seus direitos sendo retirados e de modo muito dramático tem atingido o funcionamento e os serviços que a população tanto precisa” afirma Davi Fonseca, coordenador geral do Sintufal.
Ele diz ainda que “diante desses ataques, teremos a paralisação nacional e precisaremos utilizar os mecanismos necessários para barrar a ofensiva de Temer, inclusive, se for necessário, a greve não estar descartada uma vez que o governo não demonstra disposição em cessar esse conjunto de ataques que estão sendo colocados”, finalizou Fonseca.
Os técnicos das Instituições Federais de Ensino Superior buscam reagir ao governo de Michel Temer. Para Fasubra, a política adotada quer jogar o preço da crise nas costas dos servidores, com a destruição dos serviços públicos e a retirada de todos os direitos trabalhistas. O objetivo da Federação é ampliar luta, trazendo outras categorias para mobilização contra a proposta de reforma da previdência, contra a retomada das privatizações (Eletrobrás, aeroportos, rodovias, casa da moeda, pré-sal).
No que diz respeito aos prejuízos para os servidores públicos, especificamente, a Fasubra diz que as medidas não são poucas. A começar pelo “Plano de Desligamento Voluntário (PDV), redução da jornada com redução salarial, e incentivo ao afastamento de servidores. A segunda, alicerçada no descumprimento de acordos firmados em 2015, quer o cancelamento de reajustes, no corte/bloqueio de concursos, e na extinção de 60 mil vagas e extinção de cargos, trabalhando a perspectiva de terceirizar parcela ampla de nossa categoria. A terceira, que efetivamente reduz salários, ao aumentar o desconto previdenciário dos servidores de 11% para 14%, ao mesmo tempo em que estuda a redução dos valores dos benefícios (Alimentação, pré-escolar e saúde). A quarta, que objetiva ampliar as condições para a ocorrência de demissões de servidores públicos (coerente com o projeto de terceirização e com o processo de criminalização de dirigentes das lutas), através de projetos de lei que tramitam no congresso, como o PLS 116/2017. A quinta medida, que trabalha a destruição das carreiras no serviço público, incluindo as carreiras ditas estratégicas e de Estado, num processo de reforma do Estado muito mais grave do que vivenciamos em 98 com FHC e Bresser”.
Assembleia
No próximo dia 6 de stembro, a partirdas 9h30, no auditório do Centro Integrado de Convivência (CIC/Ufal) o Sintufal realiza assembleia da categoria para discutir, entre outros temas, a participação na paralisação do dia 14.
“O próximo dia 14 é um dia de paralisação nacional e um dia de atos em várias cidades, de acordo com calendário definido pelo funcionalismo público, mês passado, em plenária nacional em Brasília, isso acontece em resposta ao conjunto de ataques desferidos pelo governo federal contra os servidores que estão vendo seus salários sendo corroídos, seus direitos sendo retirados e de modo muito dramático tem atingido o funcionamento e os serviços que a população tanto precisa” afirma Davi Fonseca, coordenador geral do Sintufal.
Ele diz ainda que “diante desses ataques, teremos a paralisação nacional e precisaremos utilizar os mecanismos necessários para barrar a ofensiva de Temer, inclusive, se for necessário, a greve não estar descartada uma vez que o governo não demonstra disposição em cessar esse conjunto de ataques que estão sendo colocados”, finalizou Fonseca.
Os técnicos das Instituições Federais de Ensino Superior buscam reagir ao governo de Michel Temer. Para Fasubra, a política adotada quer jogar o preço da crise nas costas dos servidores, com a destruição dos serviços públicos e a retirada de todos os direitos trabalhistas. O objetivo da Federação é ampliar luta, trazendo outras categorias para mobilização contra a proposta de reforma da previdência, contra a retomada das privatizações (Eletrobrás, aeroportos, rodovias, casa da moeda, pré-sal).
No que diz respeito aos prejuízos para os servidores públicos, especificamente, a Fasubra diz que as medidas não são poucas. A começar pelo “Plano de Desligamento Voluntário (PDV), redução da jornada com redução salarial, e incentivo ao afastamento de servidores. A segunda, alicerçada no descumprimento de acordos firmados em 2015, quer o cancelamento de reajustes, no corte/bloqueio de concursos, e na extinção de 60 mil vagas e extinção de cargos, trabalhando a perspectiva de terceirizar parcela ampla de nossa categoria. A terceira, que efetivamente reduz salários, ao aumentar o desconto previdenciário dos servidores de 11% para 14%, ao mesmo tempo em que estuda a redução dos valores dos benefícios (Alimentação, pré-escolar e saúde). A quarta, que objetiva ampliar as condições para a ocorrência de demissões de servidores públicos (coerente com o projeto de terceirização e com o processo de criminalização de dirigentes das lutas), através de projetos de lei que tramitam no congresso, como o PLS 116/2017. A quinta medida, que trabalha a destruição das carreiras no serviço público, incluindo as carreiras ditas estratégicas e de Estado, num processo de reforma do Estado muito mais grave do que vivenciamos em 98 com FHC e Bresser”.
Assembleia
No próximo dia 6 de stembro, a partirdas 9h30, no auditório do Centro Integrado de Convivência (CIC/Ufal) o Sintufal realiza assembleia da categoria para discutir, entre outros temas, a participação na paralisação do dia 14.
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