'Muito difícil', diz Ana Paula Arósio sobre cena de suicídio
Ana Paula Arósio é um das presenças mais esperadas no Festival do Rio, onde apresenta o filme “A Floresta que se Move” neste final de semana. Afastada dos holofotes desde que deixou as gravações de “Insensato Coração”, a atriz afirmou por meio da assessoria de imprensa do longa que a força da história a fez querer voltar a gravar. “Foi o roteiro muito bem amarrado. É uma adaptação crível da história. É uma personagem quase que irrecusável”, disse ela, que atualmente vive na Inglaterra.
Inspirado em “Macbeth”, de William Shakespeare, o filme dirigido por Vinicius Coimbra conta a história de Elias (Gabriela Braga Nunes), um executivo bem-sucedido na área bancária. Depois de ouvir a previsão de uma bordadeira, ele começa a cometer assassinatos para conseguir chegar ao mais alto posto do banco rapidamente. Clara, sua esposa interpretada por Arósio, contribui com os planos.
Segundo a atriz, um dos principais desafios da filmagem é a cena de suicídio, tal qual Lady Macbeth comete no clássico de Shakespeare. “Não teve nenhuma cena fácil. Mas foi muito difícil ver o Heitor (presidente do banco, interpretado por Nelson Xavier) morto e a cena do suicídio foi muito difícil. Suas atitudes levam ao seu fim tenebroso”, comenta ela sobre Clara: “Ela perde a mão, não segura a onda”.
A construção da personagem começou quando Arósio viajou com Vinícius Coimbra para a Escócia, onde algumas cenas foram gravadas. “Foi ótimo porque eu já comecei a pegar um pouquinho do clima e dele também como diretor”, afirma a atriz, que se sente aliviada com o resultado do longa, que chega aos cinemas no começo de novembro. “Foi necessário um trabalho muito preciso para chegar onde o Vinícius queria. Ele sempre quis densidade na interpretação e era complicado não exagerar”.
Inspirado em “Macbeth”, de William Shakespeare, o filme dirigido por Vinicius Coimbra conta a história de Elias (Gabriela Braga Nunes), um executivo bem-sucedido na área bancária. Depois de ouvir a previsão de uma bordadeira, ele começa a cometer assassinatos para conseguir chegar ao mais alto posto do banco rapidamente. Clara, sua esposa interpretada por Arósio, contribui com os planos.
Segundo a atriz, um dos principais desafios da filmagem é a cena de suicídio, tal qual Lady Macbeth comete no clássico de Shakespeare. “Não teve nenhuma cena fácil. Mas foi muito difícil ver o Heitor (presidente do banco, interpretado por Nelson Xavier) morto e a cena do suicídio foi muito difícil. Suas atitudes levam ao seu fim tenebroso”, comenta ela sobre Clara: “Ela perde a mão, não segura a onda”.
A construção da personagem começou quando Arósio viajou com Vinícius Coimbra para a Escócia, onde algumas cenas foram gravadas. “Foi ótimo porque eu já comecei a pegar um pouquinho do clima e dele também como diretor”, afirma a atriz, que se sente aliviada com o resultado do longa, que chega aos cinemas no começo de novembro. “Foi necessário um trabalho muito preciso para chegar onde o Vinícius queria. Ele sempre quis densidade na interpretação e era complicado não exagerar”.
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