Flávio Bolsonaro cancela motociata em Juiz de Fora, onde pai sofreu atentado em 2018

Por Redação, com g1 17/08/2026 14h02 - Atualizado em 17/08/2026 14h02
Por Redação, com g1 17/08/2026 14h02 Atualizado em 17/08/2026 14h02
Flávio Bolsonaro cancela motociata em Juiz de Fora, onde pai sofreu atentado em 2018
Flávio Bolsonaro - Foto: Reprodução

O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, cancelou a motociata e o discurso de campanha que estavam marcados para ocorrer em Juiz de Fora (MG), nesta segunda-feira (17).

A cidade é o município em que o ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, levou uma facada durante um ato de campanha nas eleições de 2018.

Na última semana, a Polícia do Senado Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra um suspeito de postar ameaças em redes sociais contra o senador Flávio. O homem teria postado a frase: 'Dessa vez, deixa comigo', acompanhado de emojis de facas. O nome dele não foi informado.

Segundo a campanha de Flávio, o cancelamento da agenda ocorreu por "questões meteorológicas e falta de teto para decolagem". 

A agenda na capital mineira, Belo Horizonte, está mantida e confirmada.

A previsão era que Flávio participasse de uma motociata partindo do aeroporto Francisco Álvares de Assis (Aeroporto da Serrinha) até a Praça da Estação (Praça Doutor João Penido), no centro de Juiz de Fora. Em seguida, ele faria um discurso em um carro de som.

Só depois é que Flávio seguiria para Belo Horizonte, para participar do lançamento da candidatura de Flávio Roscoe (PL) ao governo do estado.

Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha dos candidatos foi autorizada a começar neste domingo (16). Agora, os candidatos podem fazer atos de campanha e pedir votos explicitamente.

O primeiro evento de campanha de Flávio ocorreu no próprio domingo, no Rio de Janeiro. O 1º compromisso foi um comício na Praia de Copacabana, na Zona Sul da cidade. O candidato também reproduziu um áudio de Jair Bolsonaro dirigido aos apoiadores.

Flávio disse que o Brasil “perdeu a soberania” ao criticar a segurança pública e afirmou ser único capaz de “sentar com os Estados Unidos”.