Anvisa proíbe produtos que prometem "efeito" de canetas emagrecedoras e chá que "desintoxica" sangue
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta sexta-feira (14) a apreensão de diversos medicamentos sem registro e produzidos por empresa desconhecida. Os produtos prometiam efeito emagrecedor e alguns inclusive usavam a nomenclatura "Mounjaro", em referência ao medicamento injetável indicado para o controle do diabetes tipo 2 e também aprovado para o tratamento crônico da obesidade e do sobrepeso, popularmente conhecido como "caneta emagrecedora".
De acordo com a Resolução nº 3.161, os produtos devem ser apreendidos e não podem ser fabricados, distribuídos, vendidos, divulgados ou utilizados.
Confira a lista de itens proibidos:
Milagroso Ervas Black;
Milagroso Ervas Mounjaro Turbo;
Milagroso Ervas Mounjaro 3x Turbo;
Milagroso Ervas Detox;
Mounfor X Emagrecedor;
Milagroso Ervas Cápsula Azul;
Milagroso Ervas Mounjaro Rosa;
Milagroso Ervas Mounjaro;
Milagroso Ervas Vermelho;
Milagroso Ervas.
Chá "detox"
A mesma resolução, publicada ontem no "Diário Oficial da União", determinou a apreensão do medicamento Chá Sarapião, da empresa Natural Ervas Produtos Naturais Ltda. (Farmagon). O produto não pode ser comercializado, distribuído, fabricado, divulgado e utilizado.
Na internet, o produto é vendido como "um blend poderoso com 15 ingredientes naturais", incluindo berinjela, cúrcuma, graviola, camomila, hortelã, manjericão e magnésio, "que auxiliam na purificação do sangue, desintoxicação do fígado e intestino, além de ajudar na imunidade, memória e disposição".
O chá não tem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, além de ser produzido por empresa que não tem autorização sanitária para funcionar. O produto já não está mais disponível no site oficial da empresa fabricante.
Últimas Notícias
TRE/AL determina retirada de publicação com pesquisa eleitoral sem registro
CCJ do Senado aprova PEC que acaba com jornada 6x1
Polícia Científica comprova materialidade de abuso sexual em caso envolvendo criança de seis anos
TJAL mantém decisão que leva José Maxuel Lemos Simões a júri popular por morte de Ana Beatriz Cavalcante Ramos
Justiça Federal da 5ª Região adota ferramenta que permite ao INSS implantar benefícios em até um minuto após decisão judicial
Vídeos mais vistos
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
Bate-papo com jovens na Casa Nezinho
Entrega de ginásio poliesportivo na Lagoa do Rancho
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca

