IMA aponta 10 trechos de praias e rios impróprios para banho em Alagoas; confira a lista completa

Por Redação 26/07/2026 18h06
Por Redação 26/07/2026 18h06
IMA aponta 10 trechos de praias e rios impróprios para banho em Alagoas; confira a lista completa
Praia da Avenida - Foto: Reprodução/Google Maps

O mais recente boletim de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) aponta que 10 trechos de praias e rios estão impróprios para banho no estado. O levantamento foi realizado nos dias 20 e 21 de julho e avaliou 68 pontos ao longo da costa alagoana.

De acordo com o relatório, 58 locais foram classificados como próprios para banho, enquanto 10 apresentaram índices de contaminação acima dos parâmetros estabelecidos pelo IMA. A maior concentração de pontos inadequados está em Maceió, com sete registros, seguida por Maragogi, com dois, e Barra de São Miguel, com um trecho considerado impróprio.

Na capital alagoana, os pontos que devem ser evitados são: Praia da Avenida, na Avenida da Paz, em frente ao posto de combustíveis; Praia da Pajuçara, no encontro da Avenida Dr. Antônio Gouveia com a Rua João Carneiro; outro trecho da Praia da Pajuçara, em frente ao Restaurante Parmegiano; Praia da Ponta Verde, na Avenida Silvio Carlos Viana, em frente à Corretora Márcio Raposo; outro trecho da Praia da Ponta Verde, na Avenida Álvaro Otacílio, entre as ruas General Dr. João Saleiro Pitão e Dr. Rubens Canuto; Praia da Jatiúca, em frente ao Hotel Maceió Atlantic; e o Rio Pratagy, na ponte da AL-101 Norte.

Na Barra de São Miguel, o único trecho considerado impróprio para banho é o Rio Niquim, aproximadamente 300 metros antes da foz. Já em Maragogi, os dois pontos com restrição ficam na Praia de Maragogi, em frente à foz do Rio Maragogi, na AL-101 Norte, e em frente à foz do Rio Persinunga.

O monitoramento da qualidade da água é realizado por meio da análise da concentração da bactéria Escherichia coli, utilizada como indicador de contaminação por esgoto. Um trecho é considerado próprio para banho quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas ao longo de cinco semanas, são registrados até 800 bactérias por 100 mililitros de água.