Nicholas Galitzine revela inseguranças ao assumir papel de He-Man: Me senti uma fraude
Nicholas Galitzine abriu o jogo sobre os desafios que enfrentou ao ser escalado para interpretar He-Man na nova adaptação de Mestres do Universo. Apesar do entusiasmo por integrar uma franquia tão querida pelo público, o ator revelou que nem sempre se sentiu à altura da responsabilidade de dar vida ao personagem.
Em entrevista à revista People, o astro confessou que teve momentos de insegurança ao longo do processo de preparação. Segundo ele, a sensação ficou ainda mais forte quando vestiu o figurino do herói pela primeira vez.
Quando experimentei o figurino pela primeira vez, me senti uma fraude. Eu disse ao [diretor] Travis [Knight]: Tem certeza de que não quer mais ninguém?
Para incorporar o lendário guerreiro de Eternia, Nicholas precisou passar por uma transformação física rigorosa, com uma rotina pesada de treinos e uma alimentação planejada para ganhar massa muscular. O ator contou que chegou a consumir cerca de 5 mil calorias por dia durante o período de preparação.
Eu sabia que a transformação física seria um desafio. Nada dessa magnitude seria fácil. Mas o que Travis viu em mim, e o que eu sabia que podia fazer quando li o roteiro, era incorporar esse personagem, alguém que, sem sua força física, tem muitos outros superpoderes na maneira como vê as pessoas, enxerga o melhor nelas e é capaz de ser vulnerável. Tudo se resumiu a confiar no processo. Felizmente, eles me deram tempo suficiente para comer bastante e levantar bastante peso.
Conhecido principalmente por protagonizar romances de sucesso, como Vermelho, Branco e Sangue Azul e A Ideia de Você, Nicholas afirmou que sabia que o aspecto físico seria um dos maiores desafios do projeto. Ainda assim, acreditava que poderia contribuir para o personagem por meio de outras características além da força.
Não sei se é também a luz que este projeto, esta propriedade intelectual, traz às pessoas. Há um calor e uma pureza neste projeto que parecem estar presentes em cada uma de suas versões. Todos nos demos muito bem. Era uma equipe enorme, cerca de 400 a 500 pessoas e me lembro de fazer um discurso de despedida no último dia e perceber que havia criado muitos laços realmente fortes. Sim, foi o trabalho mais longo da minha carreira, mas foi especial por outros motivos.
O ator também relembrou a comparação inevitável com Dolph Lundgren, que interpretou o herói na adaptação lançada em 1987. Enquanto o veterano já vinha de uma intensa preparação física por trabalhos anteriores, Galitzine precisou construir essa nova forma ao longo dos meses que antecederam as filmagens.
Além da transformação corporal, o britânico destacou o vínculo emocional criado com a produção. Escalado em meados de 2024, ele passou quase dois anos envolvido com o projeto, tempo que permitiu aprofundar sua compreensão sobre o personagem, mas que também trouxe momentos de questionamento.
Fui escalado em meados de 2024 e agora já se passaram quase dois anos. Quando se tem tanto tempo, as dúvidas começam a surgir e você precisa voltar para casa, recarregar as energias e voltar com uma perspectiva renovada. Mas isso também me deu muito tempo para entender a pessoa que eu estava interpretando. Dizer adeus no final foi provavelmente a coisa mais difícil que já tive que fazer na minha carreira.
Últimas Notícias
Argentina é a primeira finalista de Copa a não chutar a gol no tempo normal de jogo
Espanha domina Argentina, repete 2010 e ganha Copa do Mundo na prorrogação
Rei Pelé é homenageado na final da Copa do Mundo com Coldplay e Muppets
Banhista morre após ser atingido por lancha em praia do Rio de Janeiro
Alfredo Gaspar denuncia crise na saúde pública do Brasil e de Alagoas e critica aumento dos planos de saúde
Vídeos mais vistos
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
Projeto Raízes de Arapiraca lança sua 23ª edição no Partage Shopping
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
Arapiraca ganha centro de excelência em exames laboratoriais com a inauguração do Altolab

