Cantor Amado Batista entra em 'lista suja' do trabalho escravo; 14 trabalhadores foram vítimas
O governo federal atualizou a chamada “lista suja” do trabalho escravo, que reúne empregadores flagrados explorando trabalhadores em condições análogas à escravidão.
O novo cadastro inclui 169 novos nomes, elevando o total para cerca de 613 registros: 102 são pessoas físicas e 67, pessoas jurídicas.
No caso de Batista, ele apareceu em duas autuações registradas em 2024, Goianápolis (GO), sendo uma relacionada ao Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e outra ao Sítio Recanto da Mata, com quatro trabalhadores.
De acordo com o Ministério do Trabalho, os novos casos envolvem ocorrências entre 2020 e 2025, em 22 estados, e resultaram no resgate de 2.247 pessoas.
As atividades com maior número de registros incluem trabalho doméstico, criação de bovinos para corte, cultivo de café e construção civil. De acordo com o levantamento, os estados com maior número de empregadores incluído foram Minas Gerais (35), São Paulo (20), Bahia (17) e Paraíba (17).
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