Moradores protestam contra BRK por água contaminada em Santa Amélia e cobram providências
Moradores do Residencial Pedro Teixeira I e II realizaram um protesto nesta sexta-feira (27) no bairro Santa Amélia, em Maceió, para denunciar a má qualidade da água fornecida pela BRK e cobrar soluções imediatas. A manifestação interditou a principal avenida da localidade e reuniu dezenas de pessoas insatisfeitas com o serviço prestado.
Entre as principais reclamações estão a água considerada imprópria para consumo e o alto valor das contas, que, segundo os moradores, chegam a ultrapassar R$ 500. A situação tem gerado revolta na comunidade, que relata dificuldades no dia a dia e prejuízos à saúde.
De acordo com relatos, alguns moradores já precisaram de atendimento médico em unidades de saúde devido a possíveis problemas relacionados à qualidade da água. Um dos casos citados é o de uma criança com autismo que estaria internada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Ainda segundo os manifestantes, a empresa BRK havia se comprometido, em reunião anterior, a enviar caminhões-pipa para amenizar o problema, mas a promessa não teria sido cumprida até o momento.
Equipes do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM) estiveram no local para acompanhar o protesto e garantir a segurança. De acordo com o comandante da Força Tática, os policiais atuam para assegurar o direito à manifestação de forma pacífica e evitar possíveis conflitos.
“Estamos aqui para garantir a ordem e a segurança de todos. É um direito dos moradores protestar, mas é importante que isso seja feito de forma pacífica”, afirmou o comandante, acrescentando que a corporação também mantém diálogo com lideranças do movimento e com a empresa responsável pelo abastecimento.
O caso também repercutiu na Câmara Municipal de Maceió. O vereador David Empregos criticou duramente a BRK Ambiental e a Equatorial Energia, apontando falhas no fornecimento de água e energia em diversos bairros da capital, como Jacintinho, Jatiúca e Vergel.
Segundo o parlamentar, moradores têm sido obrigados a comprar água em garrafões a preços elevados, enquanto alguns condomínios já adotam medidas de racionamento, como restrições para lavagem de roupas. O vereador também cobrou uma atuação mais rigorosa da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas (Arsal).
“É preciso respeito com a população. As empresas precisam melhorar os serviços e garantir o básico, que é água de qualidade e fornecimento regular de energia”, declarou.
Até o momento, a BRK não se pronunciou oficialmente sobre as denúncias. Os moradores seguem mobilizados e aguardam uma solução definitiva para o problema.
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