Rede de Atenção às Violências completa 3 anos e assegura assistência especializada aos alagoanos
A Rede de Atenção às Violências (RAV), criada pelo Governo de Alagoas e vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), completa três anos de funcionamento e se notabiliza como referência na assistência às vítimas de violência. Ao longo do período, as Salas Lilás e Áreas Lilás já acolheram 8.585 vítimas de violência doméstica e sexual, garantindo assistência qualificada, escuta especializada, eficiente e não revitimizadora.
O serviço atende oito populações vulneráveis. Além de crianças e adolescentes, são assistidas mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência, pessoas idosas, povos originários, comunidades tradicionais, população LGBT+, população em situação de rua, que sofrem ou sofreram violência sexual, física, doméstica, moral, psicológica, patrimonial, negligência ou abandono.
“Em três anos, consolidamos nossos atendimentos, ampliamos o acesso aos serviços e fortalecemos a atuação integrada em todas as regiões do Estado. A Rede de Atenção às Violências é uma política estruturante, ação concreta e compromisso permanente do Governo de Alagoas, por meio da Sesau, com o propósito de garantir os direitos das pessoas vítimas de violência doméstica e sexual”, destacou a gerente executiva operativa da RAV, Laura Oliveira.
Em três anos, consolidamos nossos atendimentos, ampliamos o acesso aos serviços e fortalecemos a atuação integrada em todas as regiões do Estado, diz a gerente executiva operativa da RAV, Laura Oliveira.
As portas de atendimento da RAV estão localizadas na capital e no interior do Estado. Em Maceió, há atendimento no Hospital da Mulher de Alagoas, no bairro Poço; no Complexo de Delegacias Especializadas (Code), no bairro Mangabeiras; e no Hospital Geral do Estado (HGE), no bairro Trapiche.
No interior do Estado, o atendimento ocorre em Arapiraca, no Hospital de Emergência do Agreste (HEA); em Rio Largo, no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão; em Delmiro Gouveia, no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP); e em Porto Calvo, no Hospital Regional do Norte (HRN).
A RAV atendecrianças, adolescentes, mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência, pessoas idosas, povos originários, comunidades tradicionais, população LGBT+ e população em situação de rua.
Qualificações
Além dos atendimentos especializados, a RAV também intensificou as qualificações destinadas aos servidores de diferentes serviços e da sociedade civil. Com isso, nestes três anos de funcionamento, ela alcançou mais de 11.900 pessoas em todo Estado.
“Somente em 2025, nossas equipes alcançaram 35% dos municípios alagoanos realizando qualificações para profissionais e sociedade civil. O resultado é fruto de um trabalho que acontece todos os meses do ano, onde levamos informações e tiramos dúvidas, orientando sobre onde e como buscar os serviços da Rede, que podem ser encontrados em todas as regiões de Alagoas. Muitas vezes, esses profissionais são a porta de entrada para identificar sinais de violência, realizar o primeiro acolhimento e orientar os encaminhamentos necessários”, completou Laura Oliveira.
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