Michelle cita Salmos durante julgamento de Jair Bolsonaro no STF: ‘Misericórdia’
Michelle Bolsonaro se manifestou nas redes sociais na manhã desta terça-feira (2), enquanto o STF (Supremo Tribunal Federal) deu início ao aguardado julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado para reverter o resultado das eleições de 2022.
Pouco antes de o Julgamento de Jair Bolsonaro iniciar, a ex-primeira-dama publicou um trecho do Salmos 100, um texto bíblico que traz as palavras “louvor”, “gratidão”, “misericórdia” e “verdade”.
“Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria; e entrai diante dele com canto. Sabei que o Senhor é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto. Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome. Porque o Senhor é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração”, escreveu Michelle Bolsonaro em seu Instagram.
A postura de Michelle Bolsonaro, que frequentemente recorre a passagens bíblicas em momentos críticos, reforça sua imagem pública ligada à fé cristã e tem sido uma forma constante de se comunicar com sua base de apoiadores.
Michelle Bolsonaro, é intérprete de Libras e ganhou visibilidade na política brasileira durante a campanha presidencial em 2018 de Jair Bolsonaro. A esposa do ex-presidente é defensora de causas sociais ligadas a pessoas com deficiência, inclusão de Libras nas escolas e outros projetos sociais.
O julgamento de Jair Bolsonaro no STF é um dos mais relevantes do cenário político brasileiro recente. Além do ex-presidente, outros sete réus são acusados de envolvimento na tentativa de golpe.
A sessão começou com a leitura do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Ele afirmou que todos os réus serão julgados de forma imparcial, como qualquer cidadão, sem que o Supremo Tribunal Federal (STF) ceda a qualquer tipo de pressão interna ou externa.
Em discurso antes de iniciar a leitura do relatório sobre o caso, primeiro passo do julgamento, Moraes afirmou que os réus foram submetidos ao devido processo legal, com ampla defesa e oportunidade de contraditório.
Havendo provas de que são culpados, eles serão condenados, mas se houver “qualquer dúvida razoável” sobre a autoria dos crimes, serão absolvidos. “Assim se faz Justiça”, afirmou.
“Esse é o papel do Supremo Tribunal Federal, julgar com imparcialidade e aplicar a Justiça a cada um dos casos concretos, independentemente de ameaças ou coação, ignorando pressões internas ou externas”, assegurou o ministro.
O processo será analisado pela Primeira Turma do STF, presidida pelo ministro Cristiano Zanin, e pode se estender até o dia 12 de setembro, dependendo do ritmo das próximas sessões.
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