Hospital Metropolitano de Alagoas alerta para os riscos de acidentes domésticos que podem afetar a mão
Um simples corte na mão às vezes parece inofensivo, mas a falta de cuidados imediatos pode resultar em danos permanentes. Foi o que aconteceu com uma paciente atendida recentemente no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, que lesionou o polegar ao tentar picar gelo com uma faca em casa. Sem procurar atendimento médico adequado na hora do acidente, ela perdeu a mobilidade do dedo após alguns dias, quando procurou assistência já com sinais de comprometimento funcional.
O caso acendeu um alerta importante sobre os riscos da negligência diante de lesões aparentemente pequenas, especialmente em áreas tão complexas e essenciais como as mãos. “O polegar é responsável por cerca de 40% da função da mão. Qualquer lesão que comprometa sua mobilidade pode impactar diretamente a qualidade de vida do paciente, limitando movimentos como segurar objetos, escrever ou até se alimentar com autonomia”, explica o médico Nicéias Gusmão, especialista em cirurgia da mão do HMA.
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Referência em média e alta complexidade, o Hospital Metropolitano de Alagoas realiza cirurgias reparadoras e reconstrutivas de mão, incluindo procedimentos microcirúrgicos. A unidade também faz reconstrução de tendões, nervos, fraturas e tratamento de lesões traumáticas, deformidades congênitas, doenças degenerativas, condições inflamatórias, tumores e outras patologias.
Segundo o especialista, os acidentes domésticos, como cortes com facas e objetos cortantes, são uma das principais causas de lesões nas mãos. “Muitas vezes a pessoa acha que foi só um corte superficial, faz um curativo simples em casa, e quando percebe já perdeu a função de um dedo. O tempo entre a lesão e o atendimento é crucial para o sucesso da cirurgia e da recuperação”, alerta Nicéias.
O médico do Hospital Metropolitano de Alagoas reforça que qualquer lesão com sangramento intenso, perda de sensibilidade ou dificuldade de movimentação na mão deve ser avaliada com urgência por um especialista. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer toda a diferença entre a recuperação total e a perda funcional.
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