Catar e outros 4 países fecham espaço aéreo após ataque do Irã
Ao menos cinco países determinaram o fechamento do espaço aéreo após a nova ofensiva do Irã contra bases americanas no Catar e no Iraque, nesta segunda-feira (23/6).
Os dois países alvo do ataque suspenderam o tráfego aéreo na região. Além de Catar e Iraque, Kuwait, Emirados Árabes e Bahrein determinaram a pausa nas operações como medida de precaução.
Teerã lançou ao menos 10 mísseis em direção ao Catar, onde fica localizada a maior base dos Estados Unidos no Oriente Médio. A ação ocorre após o país norte-americano bombardear instalações nucleares do Irã no último sábado (21/6).
De acordo com os governos de Catar e Estados Unidos, o ataque foi interceptado e não causou mortes.
Em nota, o governo do Catar condenou de forma contundente a ofensiva iraniana e disse ter “direito de responder”. Doha criticou a escalada militar entre Teerã e Washington e reiterou seu “compromisso com soluções diplomáticas”.
O que está acontecendo
Tendo como alvo a sede da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), Israel voltou a lançar ataques aéreos contra o país, nesta segunda-feira (23/6), com “intensidade sem precedentes” ao “coração de Teerã”, capital do Irã.
Segundo o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, os alvos incluem o quartel-general de Basij; a Prisão de Evin, “para presos políticos e opositores do regime”; o relógio da Destruição de Israel, localizado na Praça Palestina; e o quartel-general de segurança interna da Guarda Revolucionária.
Em resposta, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irã realizou, nesta segunda-feira (23/6), a 21ª operação com mísseis desde o início do conflito com Israel, no último dia 13 de junho. A ação adota nova tática ao lançar um ataque combinado de mísseis e drones contra múltiplos alvos em outras regiões de Israel.
De acordo com um comunicado oficial do IRGC, foram usados mísseis de propulsão sólida e líquida, além de drones suicidas, para atingir áreas estratégicas espalhadas de norte ao sul do território israelense.
Nesse sábado (21/6), os Estados Unidos entraram oficialmente na guerra, depois de bombardear três instalações nucleares do Irã.
O Iêmen anunciou a entrada no conflito “contra Israel e EUA”, ao lado do Irã, e diz estar de “prontidão para participar do ataque a navios e navios de guerra americanos no Mar Vermelho, caso o inimigo americano lance uma agressão em apoio ao inimigo israelense contra a República Islâmica do Irã”.
Nesta segunda, o Irã mudou sua estratégia e passou a disparar mísseis em outras regiões de Israel. Antes, os ataques se concentravam em Tel Aviv e Haifa.
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