Paciente de Arapiraca clama por ajuda para tratamento de espondilolistese
A luta diária contra a dor tem sido a realidade da arapiraquense Eliane Tenório da Silva, de apenas 34 anos, que enfrenta uma grave condição na coluna vertebral há mais de um ano. Diagnosticada com espondilolistese grau 2 em L5S2, a paciente vive momentos de desespero e angústia, sem encontrar uma solução definitiva para seu problema de saúde.
A espondilolistese é caracterizada pelo escorregamento de uma vértebra sobre a outra, causando dores intensas e limitação de movimentos. Nos graus I e II, a condição é geralmente considerada estável, e muitos pacientes são tratados com métodos conservadores, como fisioterapia e medicação. No entanto, no caso de Eliane, os tratamentos indicados não surtiram efeito, e suas dores se intensificaram, comprometendo sua mobilidade e sua qualidade de vida.
"Eu estou há um ano sentindo dor 24 horas por dia. Não tem um dia que eu não chore de dor", desabafa Eliane, que já passou por internações e consultas médicas, mas ainda não obteve uma solução definitiva. Segundo ela, os médicos se dividem entre a indicação de uma cirurgia para fixação da vértebra com parafusos e a insistência no tratamento conservador, que não tem funcionado no seu caso.
Diante da incerteza, Eliane decidiu procurar um neurocirurgião particular em Arapiraca, contando com doações para arcar com os custos da consulta e exames. Entretanto, segundo a paciente, o especialista afirmou que seu quadro não era grave o suficiente para justificar uma cirurgia, sugerindo novamente tratamentos conservadores. "Fiz um bloqueio na coluna que custou R$ 3.500, com a esperança de melhorar, mas não deu certo novamente", relata.
Além da dor física, Eliane enfrenta também um forte abalo emocional. "Estou com depressão. Eu trabalhava, andava de bicicleta, era independente. Hoje estou presa no meu próprio corpo, com dor 24 horas por dia", lamenta. Sem poder trabalhar e sem conseguir um laudo médico para dar entrada no INSS, ela e o marido enfrentam dificuldades financeiras, com aluguel atrasado há um ano e gastos elevados com medicamentos.
A paciente faz um apelo por ajuda, buscando um médico que possa avaliar seu caso com sensibilidade e oferecer uma solução eficaz. "Peço socorro, é meu último grito de ajuda. Estou morrendo aos poucos e tenho vontade de desistir todos os dias. Só quero minha vida de volta", desabafa Eliane, ao afirmar esperar que sua história sensibilize profissionais da saúde e autoridades competentes para que possa receber o tratamento adequado e recuperar sua qualidade de vida.
Quem puder ajudar Eliane de forma financeira ou com tratamento médico pode enviar pix através da chave:82996025734 (Eliane Tenório Silva), ou entrar em contato pelo número: (82) 99667 3521.
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