Trump sugere que declarará emergência nacional para promover deportações
Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, sugeriu nesta segunda-feira (18) que pretende declarar emergência nacional para promover deportações em massa de imigrantes indocumentados.
Trump também sugeriu que irá usar militares para cumprir promessa de campanha. O republicano, que toma posse em janeiro, fez da repressão a pessoas em condição ilegal no país um elemento central de sua campanha, prometendo inclusive realizar deportações em massa.
Nova declaração foi feita hoje na Truth Social, rede social de Trump. O republicano compartilhou uma publicação do presidente do grupo conservador Judicial Watch, Tom Fitton, na qual ele afirma: "[Trump] está preparado para declarar emergência nacional e usar militares para reverter a invasão promovida por Biden por meio de um programa de deportação em massa'". Na legenda, o republicano escreveu apenas: "Verdade!"
Com vitória de Trump, 11 milhões de imigrantes entram na mira do exército. O republicano prometeu a "maior operação de deportação doméstica na história americana". O objetivo seria expulsar 11 milhões de imigrantes ilegais, estima artigo da revista Time. O método será encurtar os processos de deportação, realizando as expulsões sem a realização de audiências, exigidas por lei atualmente.
Republicano diz que a medida vai melhorar os salários de americanos, mas o resultado pode ser desastroso. A remoção abrupta de milhões de imigrantes provavelmente levaria à instabilidade econômica, particularmente em indústrias fortemente dependentes de mão de obra dos ilegais, como agricultura e turismo.
Para cumprir a promessa, Trump gastaria bilhões de dólares. O custo para deportar um milhão de imigrantes ilegais por ano custaria mais de US$ 88 bilhões (R$ 502,3 bilhões em valores de hoje), totalizando US$ 967,9 bilhões (R$ 5,5 trilhões) ao longo de mais de 10 anos, de acordo com relatório do Conselho Americano de Imigração.
EXÉRCITO CONTRA IMIGRANTES
Trump quer usar o exército para expulsar imigrantes sem documentos. As tropas federais no exterior rumariam para a fronteira sul do país, que dá acesso à América Latina, onde os militares teriam autorização para prender imigrantes.
A intenção é criar uma presença militar sem precedentes na fronteira. A Guarda Nacional e polícia local de estados liderados pelos republicanos reforçariam a vigilância.
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