Homem que teve pênis decepado pela esposa tenta visitá-la na prisão com cinta peniana
O motorista de aplicativo que teve o pênis decepado pela companheira conseguiu na Justiça autorização para visitar a amada na prisão. Ele perdoou a amada pelo crime e pretendia ter uma visita íntima, mas foi barrado na cadeia por um detalhe: como não tem mais o órgão, o homem levou uma cinta peniana, conhecida como “cintaralho”, para manter relações sexuais com a criminosa.
A mulher foi condenada a 4 anos, 8 meses e 20 dias prisão em regime fechado por ter cortado o pênis do companheiro e cumpre pena na Penitenciária de Mogi Guaçu, no interior de São Paulo.
Segundo a coluna True Crime, do jornal O Globo, a direção do presídio alegou que ele poderia usar o brinquedo adulto para se vingar da esposa e tentar matá-la.
O crime e o perdão
O caso aconteceu no dia 22 de dezembro de 2023, em Atibaia, no interior de São Paulo. Segundo o boletim de ocorrência, a mulher de 34 anos afirmou à polícia que no dia do seu aniversário descobriu que o marido tinha um caso com a sobrinha dela, de 15 anos.
Segundo a suspeita, ela ficou revoltada após a descoberta, esperou o marido chegar em casa para iniciar uma relação sexual com ele e, durante o ato, amarrou as mãos dele com uma calcinha, pegou uma navalha e decepou o pênis do marido. Em seguida, ela tirou uma foto do órgão, jogou na privada e deu descarga.
Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, o homem saiu à procura de socorro, enquanto a mulher foi à delegacia de plantão de Atibaia. “Boa noite, moço. Eu vim me apresentar porque eu acabei de cortar o pênis do meu marido”, disse a mulher à polícia.
Em janeiro deste ano, a defesa entrou com pedido de liberdade provisória, depois que o marido declarou em entrevista que a perdoava pelo crime. Em entrevista à TV Thathi de Campinas, o homem disse que perdoou a mulher. Ele disse que sonhava em poder voltar a trabalhar e colocar uma prótese.
Ele classificou a atitude da esposa como “uma tragédia”. “Ela está pagando por isso”, afirmou. Ela “marcou sua vida negativamente para sempre”, diz, mas de sua parte "ela está perdoada". Mas ele faz uma ressalva: “A verdade é que quem tem que perdoar é Deus”.
A autora foi condenada a 4 anos, 8 meses e 20 dias prisão pelo crime de lesão corporal gravíssima.
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