Inovador e ecológico: Cabeleireiro troca papel filme por folha de bananeira para descolorir cabelos; enteda
O cabelereiro nordestino, Josué de Castro está chamando atenção nas redes sociais ao utilizar uma técnica inovadora e ecológica durante ao descolorir os cabelos de suas clientes. Morador e dono de um salão de beleza no Ceará, Josué de Castro trocou o papel filme por folha de bananeira para realizar o procedimento de beleza da mulherada.
As folhas de bananeira são retiradas pelo próprio cabelereiro na propriedade nas proximidades. No salão a marca registrada é muito bem aceita e procurada pelas clientes, elas alegam que o cabelo fica até mais saudável, mais macio e mais brilhante, devido ao uso da folha da bananeira. Já o uso de papel alumínio não deixaria o cabelo saudável e ainda geraria resíduo para o meio ambiente.
Ao explicar a técnica, Josué de Castro diz que ao pesquisar sobre o papel alumínio e o descolorante, encontrou um artigo científico publicado pela cosmetóloga Sandra Perondi. No estudo, ela afirma que o descolorante tem o poder de extrair de superfícies algumas propriedades, como o óxido de alumínio do papel alumínio. "Este óxido de alumínio, que é um metal pesado, pode ser injetado no cabelo, pois o descolorante abre as cutículas do fio", contou.
"Outro ponto que me levou a estudar o efeito do papel alumínio e a folha no cabelo foi por causa dos chás que tomamos. Por exemplo, toda erva que é exposta a uma fonte de calor libera suas propriedades medicinais com mais facilidade, não é mesmo? Daí, as peças foram se encaixando, e fui pesquisar sobre as propriedades da folha de bananeira, pois fez sentido para mim".
"E encontrei vários artigos científicos na internet detalhando que a folha é rica em antioxidantes e polifenóis, que são muito bons para regenerar o cabelo. Juntei o estudo da Sandra, a questão dos chás e minha observação diária. Afirmo que, sim, faz muita diferença para o cabelo, e não é só pela ausência de metais do alumínio. O cabelo fica com um brilho fora do comum", argumentou.
"Sempre sou questionado que, pela falta de um artigo científico, eu não posso afirmar isso. Meus quase dois anos estudando na teoria e na prática me dão, sim, propriedade para falar sobre o assunto. E da mesma forma que não existe um artigo que prova que estou certo, também não existe um que prove que estou enganado", finalizou.
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