Hospital de Emergência realiza ações de conscientização sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes
A programação do Maio Laranja, em referência ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, foi encerrada com diversas ações da equipe multiprofissional da Área Lilás e da Brinquedoteca Alegre e Brinque do Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca.
Ao longo do mês, as profissionais realizaram atividades com adultos e crianças fazendo o alerta em relação ao assunto, diversificando entre distribuição de panfletos e brincadeiras para explicar de forma lúdica, como se proteger.
“Nós que atuamos na Área Lilás sabemos que todos os dias é preciso estar em alerta. Nosso objetivo é que consigamos despertar todas as camadas sociais para o entendimento de que crianças e adolescentes são sujeitos de direito e de proteção, e que não há meio-termo para a Lei, quando nos deparamos com qualquer tipo de situação que viole esta condição”, explicou a psicóloga Yanna Albuquerque, coordenadora da Área Lilás do HEA.
O setor é responsável por acolher estas vítimas de violência e os familiares na instituição hospitalar. “A Lei da escuta protegida nos fortalece e nos dá parâmetros para que todos os atores que circundam essa causa possam se encontrar e construir elos de proteção. Por isso, estamos integrados com outras instituições, trocando informações e providências. Faremos o que for necessário para tornar a rede cada vez mais consistente e efetiva. Que possamos juntos estar sensíveis a esse mal que sorrateiramente tenta destruir o futuro de tantas infâncias. Está sob o nosso olhar “todas as Aracelis”, explicou Yanna Albuquerque, citando a menina Araceli, de 8 anos, que foi drogada, estuprada e morta por jovens de classe média alta, no dia 18 de maio de 1973, em Vitória (ES).
Por esta razão, o dia 18 de maio foi instituído, em 2000, como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. “Intensificamos as ações no mês de maio, mas elas se multiplicam na recepção e enfermarias do Hospital de Emergência durante o ano inteiro, com servidores, acompanhantes, crianças e pacientes adultos internados. Fazemos sala de espera, brincadeiras com as crianças, com a participação do talentoso pessoal da Brinquedoteca do Hospital, na busca por conscientização, alertando para proteger nossa sociedade. Para nós, todo dia é tratado como 18 de maio”, salientou Yanna Albuquerque.
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