Vídeo mostra o momento em que cuidador mata cavalo avaliado em R$ 150 mil em haras na Argentina
Por uma câmera de segurança, descobriram que um jóquei e cuidador de cavalos matou um puro-sangue em um estábulo da cidade de Santa Rosa, na Argentina. O animal, chamado Festín Texano, tinha três anos e, em dezembro, havia ganhado um prêmio em Palermo.
A família proprietária de um cavalo “puro-sangue” de 3 anos, ao qual tinham dado o nome de Festín Texano, denunciou nos últimos dias que o cuidador do animal o matou após injetar uma substância não identificada em seu pescoço.
A morte do cavalo, avaliado em 30 mil dólares, ou seja, cerca de R$ 150 mil, foi denunciada pela família dona do animal, que compartilhou as imagens do ocorrido no estábulo situado em Santa Rosa, La Pampa, no domingo, 5 de maio, entre as 17h37 e 17h47, momento em que se observa o homem, identificado como Ari Soares de Oliveira, injetar uma substância no pescoço do animal, que morre em seguida. O homem trabalhava com a família há mais de dois anos.
Miguel Iriarte, dono do animal, em diálogo com o jornal El Diario de La Pampa, contou: “Festín Texano é um cavalo vencedor de Palermo. Ele (Ari Soares de Oliveira, que também é jóquei) nos disse que havia morrido de infarto. Confiamos que tinha sido assim, embora o cavalo estivesse bem, saudável. E, alguns dias depois, começamos a ver as imagens do estábulo e chegamos ao momento exato em que ele morreu”.
Sua filha acrescentou, através de uma postagem nas redes sociais: “O vídeo mostra como ele termina com a vida do pobre animal. A justiça não está fazendo nada!”.
Ao ver as câmeras de segurança, a família decidiu apresentar a denúncia contra o homem que aparece no vídeo no momento da morte. Ele inclusive tira fotos do animal moribundo e, em três ocasiões, o toca como para certificar a morte. Depois, pega uma vassoura e varre o estábulo.
Após a divulgação das imagens, o advogado da família, Nicolás Casagrande, detalhou que a denúncia foi apresentada em 13 de maio e reclamou porque, no momento da autópsia, o veterinário forense não coletou nem preservou amostras de sangue ou fluidos do animal, que poderiam ajudar a identificar qual substância foi injetada no cavalo.
Segundo publica o El Diario de La Pampa, suspeita-se que a substância utilizada seja magnésio endovenoso, usado em casos de eutanásia em cavalos, pois paralisa o coração em poucos minutos.
Para o advogado, a atitude de Ari Soares de Oliveira é suspeita, já que, no vídeo, se vê como ele liga por telefone, tira fotos e faz vídeos do processo de morte do cavalo. “Ele estava com o celular esperando o desenlace. Há um primeiro contato que não é com os donos. Inicialmente, ele não os contata. Não sabemos com quem ele se comunica no telefone, mas não é com os Iriarte”, afirmou.
Numa primeira etapa, o caso está classificado como maus-tratos aos animais.
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