Policial militar que matou cabeleireira a tiros em Maceió deve responder por quatro crimes
O delegado Thiago Prado, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), informou que o policial militar que atirou e matou uma mulher no Conjunto Jardim Royal, em Maceió, deve responder por homicídio, importunação sexual, lesão corporal e tentativa de homicídio.
A cabeleireira Rosineide da Costa Silva, de 53 anos, foi baleada em casa após defender a sobrinha, que estava sendo assediada pelo homem de 35 anos.
Ela chegou a ser socorrida até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos sofridos. Segundo o delegado, Rosineide foi atingida com oito disparos de arma de fogo nas pernas, no abdômen e na mão esquerda.
O homicídio foi registrado no dia 8 de outubro deste ano e o policial militar também agrediu uma amiga da cabeleireira que buscava impedir o assassinato, além de tentar matar um sobrinho dela, totalizando quatro crimes.
O inquérito policial agora será enviado ao Poder Judiciário e ao Comando Geral da PM, para fazer parte de processo administrativo aberto pela corporação.
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