Um mês depois, família ainda tenta sepultar corpo de jovem trans de AL assassinada em SP
Um mês após o assassinato da jovem trans alagoana Ana Luisa Pantaleão, de 19 anos, a família ainda tenta sepultar seu corpo. Em entrevista, nesta quarta-feira (4), a avó da vítima contou que conseguiu fazer o reconhecimento oficial junto ao Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo, para onde o corpo foi levado após ser encontrado morta às margens de uma rodovia em Pirapora do Bom Jesus (SP), mas que ainda aguarda liberação para o translado.
"O dia amanheceu com uma tristeza inexplicável. Muitas saudades, uma espera sem fim e sem respostas do porquê de tanta crueldade", lamentou a avó da jovem, Cláudia Santos.
Segundo Cláudia, a previsão do IML é de que o corpo seja liberado na manhã de segunda-feira (9). Depois, o corpo irá para uma funerária, onde será preparado para o translado.
Se esse cronograma se confirmar, o corpo deve ser embarcado na quarta (11) em um avião em São Paulo com destino a Aracaju, de onde seguirá para sepultamento em Pão de Açúcar.
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