Após morte de líder, Rússia quer que Grupo Wagner assine juramento de lealdade ao governo

Por Redação 26/08/2023 18h06
Por Redação 26/08/2023 18h06
Após morte de líder, Rússia quer que Grupo Wagner assine juramento de lealdade ao governo
Há dois meses, o grupo anunciou um motim e que não reconhecia Putin como comandante - Foto: Reprodução/vídeo

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou, na noite de sexta-feira, 25, que os integrantes do Grupo Wagner prestem um juramento de lealdade ao governo estabelecido. A exigência ocorre após a morte do líder do Grupo Wagner, Prigozhin, em uma queda de avião.

A pressão oficial do Kremlin veio dois dias depois de o líder dos grupo militares rebeldes, Yevgeny Prigozhin, morrer.

Conforme o Governo Russo, é preciso “seguir estritamente as ordens dos comandantes e superiores, assim como cumprir inteiramente as suas obrigações durante a operação militar especial”. A chamada "Operação Militar Especial" é como o governo russo define a Guerra na Ucrânia.

Existe dois anos que o grupo anunciou um motim contra o presidente Putin, porém, um acordo pôs fim à rebelião poucas semanas depois. 

Após a morte de Yevgeny Prigozhin, diversas entidades e pessoas afirmaram que a queda do avião teria sido obra do presidente Vladimir Putin.

Especialistas em política internacional especulam um envolvimento de espiões russos na queda da aeronave, ainda que o Kremlin rejeite as acusações, afirmando serem “mentiras absolutas”.

Algumas autoridades russas, por sua vez, apontam para aliados da Ucrânia como autores das mortes para reanimar os desejos rebeldes.