Preso por asfixiar ex-patroa e enterrar corpo dela em quintal diz que matou 'por diversão'

Por Redação 04/08/2023 08h08 - Atualizado em 04/08/2023 08h08
Por Redação 04/08/2023 08h08 Atualizado em 04/08/2023 08h08
Preso por asfixiar ex-patroa e enterrar corpo dela em quintal diz que matou 'por diversão'
Nilza - Foto: Arquivo Pessoal

O homem de 18 anos que foi preso em Frutal (MG), por matar e enterrar Nilza Costa Pingould, 62, em Barretos (SP), disse que cometeu o crime por diversão nesta quinta-feira (3), quando chegou à Delegação de Investigações Gerais (DIG) e encontrou a imprensa.

“Matei, gente (...) por diversão também. Estava [com raiva], por muitas coisas, gente. Minha vida é uma série. (...) Eu vou matar e vou me arrepender depois? Então não adiantava eu matar. Que bandido é esse? Valeu [a pena]”, disse.

De acordo com a versão do autor, Nilza o contratou há alguns meses para realizar serviços domésticos e passou a morar nos fundos da casa dela. Na ocasião, ele disse que era travesti e teria deixado um emprego para começar o novo trabalho.

No entanto, o homem foi demitido após um certo tempo, pois Nilza afirmou que ele não era uma pessoa que tinha comprometimento. Por conta disso, acabou ficando sem emprego e sem lugar para morar.

Revoltado com o fato e buscando vingança, ele invadiu a residência da vítima no dia 22/7 e a asfixiou com um fio, enterrando o corpo no quintal em seguida. Mesmo com a morte, o autor permaneceu na casa por alguns dias, fazendo compras com os dados bancários de Nilza e usando o dinheiro dela para alugar um apartamento.