HGE solicita presença de familiares de paciente vítima de acidente com fogueira junina
O Serviço Social do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, solicita a presença de familiares do paciente José George Pereira dos Santos, de 50 anos, que sofreu um acidente com fogueira, no período junino, e foi levado desacordado para o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ). Com queimaduras de 2º e 3º graus, o paciente chegou à unidade hospitalar não identificado, confuso e sem familiares, mas, passado o momento crítico, ele relatou que reside na capital alagoana, no bairro Cidade Universitária.
A assistente social Vanessa Azevedo explicou que o Serviço Social do HGE tentou contato com a família, após informações do paciente, mas até agora ninguém compareceu ao hospital. “O paciente ainda está como não identificado em sua ficha cadastral. Na abordagem com o Serviço Social, ele se apresentou com o nome citado e relatou algumas informações sobre sua referência familiar. Tentamos contato com os familiares, que ficaram de comparecer ao hospital, mas até o momento não houve êxito”, expôs.
Segundo Vanessa Azevedo, foi realizada uma busca ativa através do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) da região que o paciente informou que reside, o bairro Cidade Universitária. “Informaram que a família já é acompanhada por eles. Estamos em articulação com os equipamentos sociais, aguardando respostas para que a situação seja resolvida”, salientou a profissional, ressaltando que a presença de familiares é de fundamental importância para o restabelecimento da saúde do paciente e posterior alta médica.
“Ele veio para o HGE bem desorientado e com queimaduras de terceiro grau na coxa esquerda, além das de segundo grau na parte de cima do braço direito, abdome, perna direita e perna esquerda. Foi trazido pelo Corpo de Bombeiros lá do bairro Cidade Universitária”, contou a enfermeira Marleide Rodrigues, do Centro de Tratamento de Queimados do HGE.
Assistência
O HGE é referência no atendimento de feridos por queimaduras de média e alta complexidade. Ele possui o CTQ, composto por 16 leitos, sendo cinco infantis, quatro destinados a mulheres, seis a homens e um para precaução de contato. Ainda conta com uma sala de balneoterapia, uma de curativo, uma para procedimentos cirúrgicos, um posto de enfermagem, uma farmácia satélite e um ambulatório.
“O ambulatório é o local em que o paciente é encaminhado após alta da internação. Nesse ambiente, ele volta para ser reavaliado e fazer curativos. A sua evolução pode ser observada pelo médico clínico, pelo cirurgião plástico, pelo fisioterapeuta, pela equipe de enfermagem e por todos que estão envolvidos no processo de cura do paciente”, sinalizou a enfermeira Marleide Rodrigues.
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