Delegada acha que morte de pastor em Maceió não tem relação com antecedentes criminais

16/03/2023 13h01
16/03/2023 13h01
Delegada acha que morte de pastor em Maceió não tem relação com antecedentes criminais
Pastor morto em Maceió - Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira (16), a delegada Rosimeire Vieira informou à imprensa que já tem algumas linhas de investigação da morte do pastor Alisson Anderson Gonçalves Lins na Ponta Grossa, mas que, "inicialmente não se pode afirmar que o homicídio guarde relação com a vida pregressa da vítima.

Alisson Lins respondia a processos na Justiça por homicídio qualificado e corrupção ativa e tinha queixas contra ele por outros crimes registradas na Polícia Civil. Ele foi assassinado a tiros na quarta (15) quando saía de casa, em Maceió.

Testemunhas contaram que dois homens aguardavam próximo à casa da vítima e, ao avistá-la, fizeram os disparos. Os primeiros tiros acertaram o carro do pastor, que ainda tentou fugir correndo, mas foi baleado pelos assassinos.

"Desde o registro do homicídio de Alisson, a Delegacia de Homicídios tem empreendido diligências com o intento de angariar elementos de informações acerca das circunstâncias do crime. Para tanto, deu início a inquirição de testemunhas e coleta de possíveis imagens", detalhou a delegada Rosimeire.

Meses antes de ser morto, Alisson chegou a registrar um Boletim de Ocorrência para relatar que vinha sendo ameaçado de morte por integrantes de uma facção criminosa. A Polícia Civil ainda não descarta a possibilidade de o crime ter relação com essa ameaça.