Prefeitura de Taquarana afirma que médico do hospital da cidade atendeu o menino Levy

Por Redação 13/12/2022 09h09 - Atualizado em 13/12/2022 11h11
Por Redação 13/12/2022 09h09 Atualizado em 13/12/2022 11h11
Prefeitura de Taquarana afirma que médico do hospital da cidade atendeu o menino Levy
Menino morreu em Taquarana - Foto: Reprodução

Em nota, a Prefeitura de Taquarana negou a informação inicial sobre o caso do menino Levy Alves da Silva, de 7 anos, de que não havia médico na Unidade Mista Nossa Senhora de Fátima, neste domingo (11).

De acordo com a gestão municipal, "um indivíduo chegou solicitando socorro, o mesmo informou que houve um óbito em sua casa e que a vítima seria seu filho de 7 anos". Em seguida, um bombeiro e o médico plantonista teriam se deslocado para a residência (leia a nota na íntegra ao final da matéria).

As informações dadas pela madrasta para a Polícia Militar são de que o "pai por sua vez foi até a unidade de saúde para que um médico viesse para atestar a causa da morte da criança, porém não havia nenhum médico de plantão".

De acordo com as informações conhecidas até o momento, Levy foi encontrado morto pela madrasta em casa, após ir dormir sem se queixar de nenhuma dor, aparentando estar saudável. O exame de necropsia do Instituto Médico Legal (IML) não encontrou marcas de agressões, fazendo com que a causa da morte fosse definida como "indeterminada".

VEJA MAIS DETALHES SOBRE O CASO: LAUDO DO IML APONTA CAUSA INDEFINIDA DA MORTE DE CRIANÇA DE 7 ANOS, EM TAQUARANA

Leia a nota:

Por volta das 04:55 da manhã recebemos uma demanda na Unidade Mista Nossa Senhora de Fátima, onde um indivíduo chegou solicitando socorro, o mesmo informou que houve um óbito em sua casa e que a vítima seria seu filho de 7 anos.

No momento foi notificado ao bombeiro civil e ao médico de plantão, sobre o ocorrido, de imediato os profissionais se dirigiram ao local em uma ambulância de Suporte Avançado de Vida.

Ao chegar na residência o bombeiro civil constatou que a criança não tinha sinais vitais e imediatamente acionou a Polícia Militar que tomou as medidas cabíveis acionando Polícia Civil, Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal.

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