PC investiga se suspeitos simularam arrombamento para acessar imóvel de Carlinhos Maia
Uma das linhas de investigação da Polícia Civil de Alagoas sobre o roubo milionário ao apartamento do digital influencer, Carlinhos Maia, é se os suspeitos simularam arrombar o imóvel do alagoano. Na madrugada de domingo (29), a apartamento do penedense, localizado em Cruz das Almas, em Maceió, foi invadido e de lá levaram o cofre dele com joias, um relógio avaliado em R$ 1 milhão, além de uma mochila.
As investigações começaram na manhã desta segunda-feira (30) e seis pessoas já foram ouvidas. De acordo com um dos delegados do caso, Lucimério Campos, uma das hipóteses que está sendo investigada pela polícia é se os criminosos simularam que arrombaram a tranca para entrar no imóvel.
No entanto, a autoridade policial afirma que ainda não pode dizer com certeza se isso ocorreu. "Recolhemos a fechadura para análise", afirma.
Segundo ele, essa linha de investigação foi cogitada após análise de investigadores na cena do crime e no rompimento da fechadura. "Mas se de fato aconteceu, a perícia vai nos dizer", disse o delegado. O acesso ao apartamento do influenciador digital só pode ser feito por meio de cartão, senha ou digital.
Durante entrevista nesta segunda-feira (30), a Polícia Civil falou que duas pessoas, sendo um homem e uma mulher, teriam participado da ação e há a suspeita de que alguém próximo ao influenciador também tenha participação no crime. Imagens de câmeras de monitoramento foram analisadas pela polícia, mas não foram divulgadas até o momento.
“Desde ontem, quando soubemos do arrombamento, as equipes da PC estiveram no local, eu fui pessoalmente, e iniciamos os trâmites. O apartamento foi analisado e foi feita uma varredura de entrada e saída do prédio, além de entrevista com as pessoas que estiveram no imóvel no dia e posteriormente. Todas as hipóteses estão sendo trabalhadas. Temos equipes nas ruas percorrendo todo e qualquer tipo de evidências. Tudo o que foi levantado está sendo estudado para que tenhamos uma resposta o mais rápido possível. É mais complicado por causa das falhas de segurança do empreendimento. São pontos cegos no sistema de vigilância e falhas humanas”, afirmou o delegado Thales Araújo, que atua nas investigações.
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