Justiça alagoana decreta prisão de homem que aplica golpes em bares pelo país
A Justiça de Alagoas decretou a prisão preventiva de Ruan Pamponet Costa, suspeito de aplicar mais de 40 golpes em estabelecimentos comerciais, taxistas e motoristas de aplicativo em Maceió, no Distrito Federal e em outros sete estados.
A decisão do juiz George Leão de Omena, da 10ª Vara Criminal da Capital, foi expedida na última sexta-feira, 22. "Decreto a prisão preventiva de RUAN PAMPONET COSTA, para garantia da ordem pública, aplicação da lei penal e conveniência da instrução criminal nos termos do art. 312 e ss do CPP. Expeça-se mandado de prisão preventiva com validade de 12 anos, contados desta decisão e registre-o no CNJ. Com a prisão do acusado, expeça-se mandado de citação. Intimem-se desta decisão o Ministério Público e a Defensoria Pública", diz o trecho da decisão.
"Já havíamos recebido informação de um estelionatário em Maceió, aplicando golpes assim. Com uma rápida pesquisa, conseguimos ver que ele tem problemas com a Justiça de vários estados. Embora seja natural de Aracaju, ele anda pelo Brasil aplicando vários golpes. Ele nos disse que é natural de Aracaju, mas reside no Distrito Federal. Como foi passado pela gerência do local, ele era muito bondoso com os demais frequentadores do bar, querendo pagar bebidas e até também para pessoas que passavam na rua pedindo", disse na ocasião um agente policial, que continuou acrescentando sobre a reação do homem.
"Ele se comportou de forma natural, bem frio. Disse que não pagaria a conta. Foi avisado a ele que a polícia seria acionada, ele não se preocupou com isso. Quando chegamos, ele não ofereceu resistência. Ele tinha uma lista com diversos nomes de bares de Maceió"
Golpes em outros estados -Liberado da cadeia após ser preso no dia 16 em Goiânia, Ruan teve uma das condições impostas pela juíza era a de que ele não frequentasse bares, prostíbulos e locais de má fama para evitar novos calotes. Ele foi preso novamente dias depois, na última quinta-feira, 21, após consumir mais de R$ 5,2 mil em produtos e serviços e fingiu passar mal para não pagar a conta de um bar em Palmas, Tocantins. Ele está preso desde então.
Em entrevista ao Fantástico, nesse domingo, 24, o advogado de Ruan disse não saber a motivação dos crimes.
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