Grupo Gay de Alagoas cobra elucidação do caso do professor arapiraquense morto a facadas
Nildo Correia, presidente do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), cobra elucidação do assassinato do professor Cristiano Marinho da Silva, 31 anos. É o segundo homossexual morto este ano em Alagoas. Em janeiro, a transsexual Jasmine Silva foi encontrada morta, com marca de golpes de arma branca na nuca, nas costas e nos braços. Nesse caso, o culpado foi preso.
“É preciso dar respostas desse crime, mais um que ocorre em Alagoas. Vou fazer contato com a polícia para saber sobre a investigação e também tentar falar com a família da vítima. Há demora grande para esses casos chegarem à justiça”, declarou Nildo Correia.
No ano passado, 15 homossexuais foram assassinados em Alagoas. O último caso de 2021 tem características parecidas com a morte de Cristiano, na opinião do presidente do GGAL. Em novembro, Sandro Pereira Alves, 35 anos, foi encontrado morto na residência onde morava, no bairro Nilo Coelho, no município de Arapiraca. A vítima apresentava sinais de violência.
O corpo do professor Cristiano Marinho - vítima assassinada a golpes de faca - foi encontrado na quinta-feira (11), dentro de casa no bairro João Paulo II, em Arapiraca. O crime está sendo investigado pelo delegado Felipe Caldas, da Delegacia de Homicídios de Arapiraca.
com informações da Gazetaweb
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