Mãe pede ajuda para retirar larvas da sonda do filho e é chamada de porca por médico do HGE; assista
Um médico chamou a mãe de uma criança que estava sendo atendida no Hospital Geral do Estado (HGE) de porca durante uma discussão. A situação aconteceu no último domingo (12) e foi divulgada nesta segunda (20), através de um vídeo.
Veja a nota do HGE ao final da matéria.
A mulher, identificada como Miriam Rafaela, estava acompanhando o filho de 12 anos, diagnosticado com pneumonia, quando notou que havia sangue e larvas na sonda da criança.
De acordo com a mãe, o menino foi atendido no último dia 9 e recebeu alta no dia seguinte, mas acabou tendo febre e convulsão, retornando para a unidade de saúde. No momento em que foi dar banho nele, ela observou que havia um cheiro ruim e o sangramento, algo que o médico afirmou ser normal.
Ao pedir a gaze para limpar o local, a mãe viu algo que a deixou desesperada: a presença de larvas perto da sonda. Segundo Miriam, o médico, então, disse para a enfermeira que a limpeza fosse feita de qualquer jeito, pois não tinha paciência para conversar com a mulher.
"Deixe de ser histérica! Não seja porca! Isso aí é falta de limpeza!", gritou o médico, na gravação.
"Porco é o senhor, chega na minha casa pra você ver como é", responde Miriam. Ela continua: "Você não pode falar o que você não sabe! Eu estou aqui desde ontem perguntando, pedindo para você olhar meu filho (...) Não é desse jeito que você tem que falar comigo, porque eu não sou cachorra!", respondeu Miriam.
Assista:
Veja a nota do HGE sobre a situação:
O Hospital Geral do Estado (HGE) informa que o paciente J.W.D.B, 12 anos, encontra-se internado sob os cuidados da pediatria. Esclarece que a criança foi admitida já com o quadro pelo qual vem recebendo tratamento, não sendo permitida a divulgação deste diagnóstico, como forma de preservar a integridade da criança.
Acrescenta que, a respeito das conversas diárias da equipe multidisciplinar, a mãe tem se mostrado insatisfeita com a velocidade da evolução clínica do paciente. Entretanto, a criança apresenta comorbidades prévias e congênitas associadas, que tornam o tratamento mais prolongado, mas, ainda assim, observa-se melhora clínica
significativa no paciente.
Ressalta ainda que a comunicação tem sido um foco importante do tratamento, compartilhando o plano terapêutico junto da mãe, como forma de permitir que ela tome conhecimento da abordagem atual, bem como dos próximos passos.
Por fim, reforça que há um esforço constante em melhorar a comunicação, a assistência e a relação com o paciente e a família, de modo que nos colocamos sempre à disposição para esclarecimentos.
Já o Conselho Regional de Medicina (Cremal) orientou a mãe a formalizar uma denúncia no órgão para que seja feita uma apuração.
*Com informações do TNH1
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