Checado: Ter Covid-19 após vacina não indica ineficácia de imunizante; máscara aumenta proteção

31/08/2021 21h09
31/08/2021 21h09
Checado: Ter Covid-19 após vacina não indica ineficácia de imunizante; máscara aumenta proteção
Fake - Foto: Reprodução

Circulam nas redes sociais várias desinformações sobre a imunização contra a Covid-19. São ideias enganosas de que a vacina não teria eficácia com a justificativa de que pessoas imunizadas também são contaminadas e até morrem. Os especialistas lembram que a vacina reduz imensamente o risco de contágio e de agravamento da doença, mas que é necessário manter o uso de máscaras e o distanciamento social para garantir maior proteção enquanto o vírus ainda estiver circulando.

Muitas postagens que colocam em dúvida a eficácia da vacina surgiram após o caso da morte do ator Tarcísio Meira e do contágio da atriz Glória Menezes e do apresentador Sílvio Santos, mesmo imunizados. “A maior tristeza é ter dado a esses idosos a esperança de uma proteção inexistente”, diz uma mensagem no Twitter. “A vacina não protege e pronto”, julga outro internauta.

Essas ideias sobre a imunização estão equivocadas. O primeiro ponto a ser esclarecido é que a vacina é confiável e apresenta eficácia. Após ensaios clínicos, as farmacêuticas fornecem informações que comprovam a eficácia da vacina aos órgãos reguladores nacionais. No Brasil, por exemplo, a Anvisa foi a responsável por autorizar a vacinação emergencial contra a Covid-19. Nos Estados Unidos quem teve essa responsabilidade foi a Agência Reguladora de Medicamentos e Alimentos(FDA, sigla em inglês).

A Organização Mundial de Saúde (OMS), agência internacional especializada em saúde pública, também atua na verificação da qualidade, segurança e eficácia das vacinas. No site, é possível ter acesso aos documentos que detalham as informações dos imunizantes recomendados pelo órgão.