MP pede que, caso Dr. Jairinho fique em liberdade, seja proibido de se aproximar de testemunhas
Preso por suspeita da morte do menino Henry Borel, o vereador pelo Rio de Janeiro, Dr. Jairinho foi denunciado por crime de tortura majorada cometido contra a filha de uma ex-namorada. Atualmente detido de forma preventiva, Dr. Jairinho está na carceragem do Bangu 8, no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro.
Além do caso do caro de Heny, o vereador é investigado por agressões cometidas contra outras duas crianças filhas de ex-namoradas. Por isso, o Ministério Público de Alagoas (MPRJ) pediu que, caso seja posto em liberdade, Jairinho fique proibido de se aproximar e manter contato com as vítimas, seus familiares e com as testemunhas dos casos.
Nesse caso, a denúncia também pede que ele compareça mensalmente ao juízo para justificar atividades e seja proibido de se ausentar do município sem prévia comunicação.
No caso de tortura majorada cometido contra a filha de uma ex-namorada, a denúncia afirma que o médico e vereador aproveitava-se do fato de namorar a mãe da criança para, em oportunidades em que se encontrava sozinho com a criança, torturá-la física e mentalmente.
“Tem-se que o denunciado batia com a cabeça da vítima contra diversos lugares, chutava e desferia socos contra a barriga da criança, além de afundá-la na piscina colocando seu pé sobre sua barriga, afogando-a, e de torcer seu braço”, diz a denúncia.
Em nota, a defesa de Jairinho disse vai analisar a denúncia na segunda-feira. "Vejo com estranheza a celeridade do MP no oferecimento da denúncia, o que nos causa preocupação porque a pressa pode levar a conclusões precipitadas".
Dr. Jairinho prestou depoimento à Dcav no dia 8 de abril, quando foi preso . O parlamentar negou as acusações de agressão, mas provas colhidas pelos investigadores - como fotos e laudos médicos - desmentem a versão do investigado.
"Essa criança narrou e confirmou as agressões cometidas pelo indiciado, conhecido pelo nome político de Jairinho. Toda versão apresentada por Dr. Jairinho foi derrubada pelas provas documentais e pelo depoimento", explicou o delegado Adriano Marcelo França.
"Em determinados momentos ele diz não estar com determinadas crianças e em determinados locais. Porém, fotos mostram o contrário. A mãe dessa criança não foi indiciada. O crime aqui é de tortura majorada, por ser criança e por um período de dois anos", completou Adriano.
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