Governo de Alagoas anuncia novas medidas da Fase Vermelha de enfrentamento à Covid-19

Por Redação 27/04/2021 13h01
Por Redação 27/04/2021 13h01
Governo de Alagoas anuncia novas medidas da Fase Vermelha de enfrentamento à Covid-19
Governador Renan Filho - Foto: Márcio Ferreira

O Governo de Alagoas anunciou a flexibilização do decreto de Distanciamento Social Controlado, mantendo, porém, todo o estado na Fase Vermelha. O anúncio aconteceu durante coletiva nesta terça-feira (27).

O governador Renan Filho flexibilizou diversos seguimentos, apesar de afirmar que o estado continua na chamada fase vermelha, que seria a mais rígida.

Ele destacou a queda na taxa de ocupação hospitalar (atualmente são 712 pessoas internadas por Covid em Alagoas, sendo 290 delas em UTI) e a vacinação em andamento, apesar da lentidão e recentes dificuldades na aquisição de imunizantes para a segunda dose da CoronaVac.

Confira as mudanças:

► Comércio e Shoppings voltam a funcionar todos os dias, nos mesmos horários que os atuais (Centro até às 17h e shoppings até as 20h).

► Bares e restaurantes passam a funcionar nos finais de semana até às 16 horas sem restrição de capacidade e liberada música ao vivo

► Uso do calçadão e praias liberados nos finais de semana (já que estavam liberadas nos dias de semana)

► Esportes coletivos - liberados jogos com até 25 pessoas entre as duas equipes. A presença de público não foi liberada

► Academias - liberadas aos sábados com 30% da capacidade

► Marinas - liberadas

► Presídios - retomada de entrega de feiras e visitas no sistema prisional

► Continua valendo a restrição de circulação após as 21h em todo o estado

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, falou sobre as conversas com o setor produtivo para a tomada das decisões. "Na semana passada me reuni com o trade turístico, junto ao secretário do Gabinete Civil, Fábio Farias, e ouvimos representantes de shoppings, do comércio, Federação da Indústria, Federação do Comércio e todo o segmento produtivo. As decisões são negociadas e conversadas. Precisamos que as vidas sejam preservadas e que possamos equilibrar, ao máximo possível, os empregos e as empresas", disse Brito.