Há possibilidade da doença urina preta chegar em Alagoas; veja como se prevenir
Os casos da Síndrome de Haff, conhecida como doença da urina preta, registrados nos estados da Bahia e Pernambuco, ainda mais com a morte da veterinária Priscyla Andrade, de 31 anos, em Recife, acendem um alerta da doença atingir alagoanos.
A toxina, que foi encontrada no corpo das vítimas da doença da urina preta é decorrente de uma toxina encontrada em uma alga consumida pelos peixes. A toxina é transmitida da alga para o peixe e do peixe para o ser humano.
Segundo infectologistas, a toxina não oriunda do peixe arabaiana, ela pode estar presente em qualquer peixe que consumir uma alga que está presente em maior quantidade em locais onde há maior incidência em área litorânea poluída.
O alerta é principalmente devido ao aumento no preço da carne e na proximidade da Semana Santa, onde as pessoas priorizam o consumo de peixe. Por isso, infectologistas aconselham a população a consumir peixes pescados em alto-mar, ou criados em cativeiro, como a Tilápia, pelo menos até que os casos diminuam.
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