Em Alagoas: Primeira vacina contra Covid-19 será a AstraZeneca; saiba mais

Por Redação com agências 12/01/2021 16h04
Por Redação com agências 12/01/2021 16h04
Em Alagoas: Primeira vacina contra Covid-19 será a AstraZeneca; saiba mais
Vacina covid-19 - Foto: Reprodução

O secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres informou, nesta terça-feira (12), que a primeira vacina contra Covid-19 a chegar em Alagoas deve ser a que foi desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico AstraZeneca.

Segundo ele, serão duas doses e os primeiros a receber o imunizante serão os profissionais de saúde dos hospitais públicos referência em Covid-19.

Ayres informou que a expectativa é que as primeiras doses da vacina cheguem no final de janeiro, algo entre 30 a 40 mil doses. De acordo com ele, Alagoas tem condições de iniciar a vacinação 24 horas após a chegada dos imunizantes.

O secretário reuniu os integrantes da Sala de Situação para apresentar o Plano Estadual de Imunização contra Covid-19. O grupo é formado pelo corpo técnico da Sesau, Conselho Estadual de Saúde (CES), Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems) e Secretaria de Saúde de Maceió.

Na coletiva, ele disse que após os outros grupos prioritários se vacinarem, será a vez dos profissionais que atuam em hospitais filantrópicos e privados. Além disso, também serão contemplados profissionais cuidadores de idosos, de funerárias e doulas. Ayres ainda disse que os professores também estão no grupo prioritário, mas após os profissionais de saúde.

O secretário disse que a pretensão é vacinar toda a população alagoana até o final do ano. Segundo ele, as doses serão ampliadas a partir de março, tendo em vista que em janeiro e fevereiro a quantidade será pequena.

A segunda vacina a chegar em Alagoas deve ser a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Segundo Ayres, a previsão é que ela chegue entre março e abril. O secretário comentou o anúncio de eficácia geral da vacina, que ficou com 50,38%. "Não vejo isso como um problema porque esse é o percentual aceito para que possa ser aplicada a população", disse Ayres.