Vídeo. Músicos fazem protesto em Arapiraca contra decreto Estadual
Músicos de reuniram na tarde deste domingo, 27, no Bosque das Arapiracas para protestar contra o decreto Estadual número: 72.438, que trata da classificação do Estado de Alagoas conforme o Plano de Distanciamento Social Controlado, em razão da pandemia da Covid-19. O decreto restringe a atividade musical, logo em período que os músicos costumam ser mais chamados para trabalhar.
De acordo com o decreto, bares e restaurantes só poderão funcionar diariamente entre as 6 horas da manhã até a zero hora do dia subsequente, sendo proibido, nestes estabelecimentos, a execução de música ao vivo pelos próximos 15 dias.
Sem ajuda governamental, os músicos reclamam que estão sendo prejudicados por tal medida. Uma vez que os estabelecimentos continuam funcionando, com música em aparelhos de som, mas sem a execução de música ao vivo, o que prejudica apenas os artistas, ainda mais em uma época de fim de ano, onde os músicos costumam ter uma renda a mais.
Segundo a Ordem dos Músicos do Brasil, em Alagoas, a determinação governamental "pune os músicos injustamente a cessarem seus trabalhos após a irresponsabilidade política no período eleitoral".
Em entrevista, Gervásio Braz Bezerra, presidente da Ordem dos Músicos do Brasil, Conselho Regional de Alagoas, explica que quem deve fazer o distanciamento dos clientes são os restaurantes, com base na determinação do governo e que a atividade musical nada impede que as determinações sem executadas.
"Foi um balde de água fria em cima das festividades que é o momento que a gente fatura um pouquinho mais. E deixou os músicos desesperados. O músico profissional é o único que não tem culpa, não estamos aqui dizendo que a pandemia não existe, mas o músico é o único que não tem culpa de estarmos em uma pandemia", lamentou Gervásio.
Ainda em entrevista, o presidente da OMB/AL lamentou o fato de a orla está sempre lotada, com pessoas sem máscaras e sem distanciamento. "Por qual motivo não mandam os turistas para casa? Tem que haver uma sensibilidade a isso", disse.
"Tivemos ontem um protesto em Maceió, onde paramos em frente ao prédio do governador, veio o pessoal do gerenciamento de crises e temos uma reunião marcada para amanhã. Precisamos mostrar também que Arapiraca está junto neste contexto. Pedir a sensibilidade do Governo do Estado e mostrar que também somos pais de família e precisamos trabalhar", completou.
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