Manter vínculo on-line da criança com a escola facilita o retorno das aulas presenciais
O desenvolvimento das funções cognitivas inicia na primeira infância. Embora exista uma falsa sensação de que na escola a criança só brinque, é neste ambiente que ela ganha habilidades que serão úteis por toda a vida. Brincar, tocar, abraçar e compartilhar são ações ensinadas desde cedo às crianças, mas que, por questões de segurança, precisaram ser suspensas temporariamente em razão da prevenção à Covid-19.
“Os pais deveriam aproveitar todo estímulo que a escola está oferecendo, mesmo remotamente. Se eles realizam as atividades que encaminhamos, está desenvolvendo habilidades cognitivas e socioemocionais, de forma criativa e inovadora. E o contato com as tias e professoras (on-line) ajuda a manter o vínculo deles”, reforça a diretora do Colégio Essere, Priscila Raso.
De acordo com Priscila Raso, a volta às aulas para a turma da educação infantil é diferente dos ensinos fundamental e médio e das faculdades, em que os alunos retomam as matérias. Segundo a diretora, o retorno para a educação infantil é delicado porque envolve o emocional das crianças, por isso este público ainda precisa manter as atividades em casa por mais tempo. Contudo, ela alerta para a importância de manter o vínculo escolar, pois o distanciamento da escola, de forma repentina, causa prejuízo para o desenvolvimento infantil.
Logo as crianças precisarão voltar às atividades e à escola. “Nas aulas remotas, as crianças estão recebendo todo estímulo necessário ao desenvolvimento. Lembrando, que o desenvolvimento das habilidades de função executiva começa, justamente, na primeira infância. Todos esses momentos para o estímulo das habilidades auxiliarão nas questões pedagógicas de retorno dos pequenos à escola”, justifica.
Para a educadora, o desafio para os profissionais da educação que lidam com o público infantil vai ser trabalhar a questão emocional na volta às aulas. Por isso, manter o vínculo da criança com a escola durante o isolamento social é importante. “Esse período mexeu muito com a saúde mental das crianças. Teve muita mãe que ligou perguntando o que fazer”, pontua.
Priscila Raso alerta para o estresse que a criança pode sofrer com a falta da escola e explica que, principalmente tratando-se da educação infantil, quando a criança sai da rotina, ocorre uma mudança muito drástica. “Tem criança que desenvolve o estresse e muitos pais achavam que não. Então, essa retomada para a escola será bem difícil por conta dessa questão emocional das crianças. Quanto menos necessidade de adaptação a criança precisar, menos prejuízo ela terá”, esclarece.
“Os pais deveriam aproveitar todo estímulo que a escola está oferecendo, mesmo remotamente. Se eles realizam as atividades que encaminhamos, está desenvolvendo habilidades cognitivas e socioemocionais, de forma criativa e inovadora. E o contato com as tias e professoras (on-line) ajuda a manter o vínculo deles”, reforça a diretora do Colégio Essere, Priscila Raso.
De acordo com Priscila Raso, a volta às aulas para a turma da educação infantil é diferente dos ensinos fundamental e médio e das faculdades, em que os alunos retomam as matérias. Segundo a diretora, o retorno para a educação infantil é delicado porque envolve o emocional das crianças, por isso este público ainda precisa manter as atividades em casa por mais tempo. Contudo, ela alerta para a importância de manter o vínculo escolar, pois o distanciamento da escola, de forma repentina, causa prejuízo para o desenvolvimento infantil.
Logo as crianças precisarão voltar às atividades e à escola. “Nas aulas remotas, as crianças estão recebendo todo estímulo necessário ao desenvolvimento. Lembrando, que o desenvolvimento das habilidades de função executiva começa, justamente, na primeira infância. Todos esses momentos para o estímulo das habilidades auxiliarão nas questões pedagógicas de retorno dos pequenos à escola”, justifica.
Para a educadora, o desafio para os profissionais da educação que lidam com o público infantil vai ser trabalhar a questão emocional na volta às aulas. Por isso, manter o vínculo da criança com a escola durante o isolamento social é importante. “Esse período mexeu muito com a saúde mental das crianças. Teve muita mãe que ligou perguntando o que fazer”, pontua.
Priscila Raso alerta para o estresse que a criança pode sofrer com a falta da escola e explica que, principalmente tratando-se da educação infantil, quando a criança sai da rotina, ocorre uma mudança muito drástica. “Tem criança que desenvolve o estresse e muitos pais achavam que não. Então, essa retomada para a escola será bem difícil por conta dessa questão emocional das crianças. Quanto menos necessidade de adaptação a criança precisar, menos prejuízo ela terá”, esclarece.
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