10 mil funcionários públicos de Alagoas receberam indevidamente o auxílio emergencial

Por Redação 07/07/2020 15h03 - Atualizado em 07/07/2020 18h06
Por Redação 07/07/2020 15h03 Atualizado em 07/07/2020 18h06
10 mil funcionários públicos de Alagoas receberam indevidamente o auxílio emergencial
Foto: Divulgação
A Controladoria Geral da União em Alagoas (CGU/AL) em parceria com o Ministério Público de Contas de Alagoas fizeram um levantamento que apontou que servidores de 37 cidades alagoanas receberam irregularmente o auxílio emergencial do Governo Federal.

Segundo o levantamento, 10.489 servidores públicos receberam os valores que variavam de R$ 600 e R$ 1.200, voltado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados. O prejuízo aos cofres públicos foi de 18.880.200.

Os 10.489 servidores públicos que se cadastraram para receber o auxílio emergencial são de Água Branca (85), Campestre (67), Campo Alegre (1.086), Capela (411), Coqueiro Seco (39), Igreja Nova (94), Inhapi (275), Jacaré dos Homens (422), Jequiá da Praia (248), Jundiá (48), Junqueiro (507), Maravilha (197), Marechal Deodoro (305), Maribondo (99), Mata Grande (830), Messias (22), Minador do Negrão (130), Olho d`Água das Flores (194), Pão de Açúcar (268), Paulo Jacinto (53), Piaçabuçu (325), Pindoba (29), Piranhas (201), Poço das Trincheiras (108), Porto de Pedras (184), Porto Real do Colégio (313), Quebrangulo (42), Rio Largo (355), Santa Luzia do Norte (74), São Jose da Laje (77), São José da Tapera (162), São Luís do Quitunde (366), São Miguel dos Campos (982), Tanque d`Arca (125), Teotônio Vilela (1014), Traipu (379) e Viçosa (373).