Teste que utiliza saliva promete identificar coronavírus com mais segurança e com menor custo
Um novo método para coleta de amostras para detecção de coronavírus foi lançado recentemente pelo labotarório brasileiro Mendelics em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. O teste pode ajudar a aumentar a capacidade de exames realizados no Brasil e tem preço mais acessível.
Com uma coleta mais simples, por meio de saliva, depositada pelo próprio paciente em um tubo, o método, chamado de RT-LAMP (amplificação isotérmica mediada por loop de transcrição reversa, na sigla em inglês), para o SARS-CoV2, é diferente do exame RT-PCR, que utiliza uma espécie de cotonete (swab) para retirar secreção da nasofaringe, usado para detectar o vírus em sua fase aguda.
De acordo com o laboratório, o resultado pode ser processado em apenas uma hora e, na fase de desenvolvimento, não foram identificados falsos positivos, o que indicaria uma especificidade de 100%. No entanto, isso ainda é passível de revisão.
O laboratório afirma que o teste possui a maior capacidade de processamento em relação a outros em uso no país e tem um custo de cerca de R$ 95. Esse tipo de teste também ofertaria maior segurança para os profissionais de saúde, porque a coleta é feita pelo próprio paciente, evitando contato do profissional de saúde.
50 mil exames deste tipo estão sendo realizados pelos desenvolvedores em um projeto piloto.
Com uma coleta mais simples, por meio de saliva, depositada pelo próprio paciente em um tubo, o método, chamado de RT-LAMP (amplificação isotérmica mediada por loop de transcrição reversa, na sigla em inglês), para o SARS-CoV2, é diferente do exame RT-PCR, que utiliza uma espécie de cotonete (swab) para retirar secreção da nasofaringe, usado para detectar o vírus em sua fase aguda.
De acordo com o laboratório, o resultado pode ser processado em apenas uma hora e, na fase de desenvolvimento, não foram identificados falsos positivos, o que indicaria uma especificidade de 100%. No entanto, isso ainda é passível de revisão.
O laboratório afirma que o teste possui a maior capacidade de processamento em relação a outros em uso no país e tem um custo de cerca de R$ 95. Esse tipo de teste também ofertaria maior segurança para os profissionais de saúde, porque a coleta é feita pelo próprio paciente, evitando contato do profissional de saúde.
50 mil exames deste tipo estão sendo realizados pelos desenvolvedores em um projeto piloto.
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