Walcyr Carrasco questiona Regina Duarte: “O que aconteceu com você?”
Walcyr Carrasco, autor de novelas da Rede Globo, desabafou em seu Instagram após assistir uma entrevista da secretária especial de Cultura, Regina Duarte, na CNN Brasil nesta quinta-feira (7/5). Ele questionou para a amiga: “O que aconteceu com você, Regina?”.
“Regina, você foi minha amiga e também abriu as portas no início da minha carreira. Foi uma amiga maravilhosa! Por isso me dói muito vê-la neste papel de secretária. Fiquei chocado quando na entrevista você achou ‘normal’ as mortes e chancelou a tortura. Dói mais e mais vê-la assim. O que aconteceu com você, Regina ?”, começou Carrasco, citando o fato da secretária minimizar as mortes na Ditadura Militar.
Quando questionada sobre a quantidade de mortes que poderiam ter sido evitadas durante o regime militar no Brasil, Regina disse que as “pessoas sempre morrem”. “Se você falar vida, do outro lado tem morte. Sempre houve tortura. Stalin, quantas mortes? Hitler, quantas mortes? Não quero arrastar um cemitério de mortes nas minhas costas. Não quero isso para ninguém”, disse a secretária.
Conhecida pelos seus posicionamentos conservadores, que já lhe renderam diversas críticas, inclusive, de amigos do meio artístico, a atual secretária da Cultura diz que falar sobre ditadura, tortura e as mortes provocadas pelo regime é “olhar para trás”.
“Regina, você foi minha amiga e também abriu as portas no início da minha carreira. Foi uma amiga maravilhosa! Por isso me dói muito vê-la neste papel de secretária. Fiquei chocado quando na entrevista você achou ‘normal’ as mortes e chancelou a tortura. Dói mais e mais vê-la assim. O que aconteceu com você, Regina ?”, começou Carrasco, citando o fato da secretária minimizar as mortes na Ditadura Militar.
Quando questionada sobre a quantidade de mortes que poderiam ter sido evitadas durante o regime militar no Brasil, Regina disse que as “pessoas sempre morrem”. “Se você falar vida, do outro lado tem morte. Sempre houve tortura. Stalin, quantas mortes? Hitler, quantas mortes? Não quero arrastar um cemitério de mortes nas minhas costas. Não quero isso para ninguém”, disse a secretária.
Conhecida pelos seus posicionamentos conservadores, que já lhe renderam diversas críticas, inclusive, de amigos do meio artístico, a atual secretária da Cultura diz que falar sobre ditadura, tortura e as mortes provocadas pelo regime é “olhar para trás”.
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