Trump pretende induzir Estados a suspender confinamento
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, planeja anunciar nesta quinta-feira (16) novas diretrizes para reativar a economia após um isolamento de um mês devido o surto de coronavírus.
A ideia do encerramento das medidas se choca com os temores de especialistas de saúde, governadores e líderes empresariais sobre uma ressurgência de casos sem mais exames e protocolos em vigor.
Trump anunciou a decisão de induzir os Estados a suspenderem o confinamento em casa e outras restrições impostas para conter a disseminação da covid-19 no momento em que o número de mortes se aproximou de 31 mil na quarta-feira (15) - mais do que qualquer outra nação.
As ordens aos Estados também sujeitaram a economia a níveis que não eram vistos desde a Grande Depressão de quase um século atrás, já que um recorde de mais de 20 milhões de norte-americanos solicitaram auxílio-desemprego em meio às lojas e restaurantes fechados, o que elevou o índice de desemprego dos EUA a 8,2%.
O presidente republicano deve fazer uma teleconferência com governadores às 15h e disse que anunciará seu plano em uma coletiva de imprensa ainda nesta quinta. A força-tarefa anticoronavírus da Casa Branca deve realizar seu briefing público diário às 17h.
Os dados de hoje sobre o desemprego chegam na esteira dos dados sobre o varejo, que mostraram uma queda recorde nas vendas e a menor produção industrial desde o final da Segunda Guerra Mundial – o que pressiona ainda mais Trump, que apostou sua reeleição em novembro na força da economia norte-americana.
Na quarta, ele disse que dados levam a crer que os casos novos atingiram o pico e que líderes industriais que participaram de uma rodada de telefonemas lhe ofereceram boas perspectivas para reativar a economia com segurança -- mas o chefe de um grande sindicato alertou o presidente a não reabrir a menos que a segurança dos trabalhadores possa ser garantida.
Executivos-chefes de algumas das maiores empresas do país disseram a Trump que mais exames são necessários para garantir a segurança, de acordo com diversas reportagens da mídia.
"Estamos em uma boa situação, e posso lhes garantir que a diretriz a ser apresentada hoje está alinhada com o que os especialistas estão dizendo, está alinhada com o que os dados estão mostrando e é um plano para recolocar a economia nos eixos", disse a porta-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany, à rede Fox News nesta quinta-feira.
A ideia do encerramento das medidas se choca com os temores de especialistas de saúde, governadores e líderes empresariais sobre uma ressurgência de casos sem mais exames e protocolos em vigor.
Trump anunciou a decisão de induzir os Estados a suspenderem o confinamento em casa e outras restrições impostas para conter a disseminação da covid-19 no momento em que o número de mortes se aproximou de 31 mil na quarta-feira (15) - mais do que qualquer outra nação.
As ordens aos Estados também sujeitaram a economia a níveis que não eram vistos desde a Grande Depressão de quase um século atrás, já que um recorde de mais de 20 milhões de norte-americanos solicitaram auxílio-desemprego em meio às lojas e restaurantes fechados, o que elevou o índice de desemprego dos EUA a 8,2%.
O presidente republicano deve fazer uma teleconferência com governadores às 15h e disse que anunciará seu plano em uma coletiva de imprensa ainda nesta quinta. A força-tarefa anticoronavírus da Casa Branca deve realizar seu briefing público diário às 17h.
Os dados de hoje sobre o desemprego chegam na esteira dos dados sobre o varejo, que mostraram uma queda recorde nas vendas e a menor produção industrial desde o final da Segunda Guerra Mundial – o que pressiona ainda mais Trump, que apostou sua reeleição em novembro na força da economia norte-americana.
Na quarta, ele disse que dados levam a crer que os casos novos atingiram o pico e que líderes industriais que participaram de uma rodada de telefonemas lhe ofereceram boas perspectivas para reativar a economia com segurança -- mas o chefe de um grande sindicato alertou o presidente a não reabrir a menos que a segurança dos trabalhadores possa ser garantida.
Executivos-chefes de algumas das maiores empresas do país disseram a Trump que mais exames são necessários para garantir a segurança, de acordo com diversas reportagens da mídia.
"Estamos em uma boa situação, e posso lhes garantir que a diretriz a ser apresentada hoje está alinhada com o que os especialistas estão dizendo, está alinhada com o que os dados estão mostrando e é um plano para recolocar a economia nos eixos", disse a porta-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany, à rede Fox News nesta quinta-feira.
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