Num tempo em que higiene é crucial, consumidores relatam falta de água em bairros de Arapiraca
Moradores de bairros de Arapiraca continuam reclamando da falta de água em suas residências. Há localidades que o abastecimento não está regular há oito dias.
Leitores do Portal Já é Notícia relataram à nossa redação as dificuldades em seu dia a dia com as constantes faltas de água em suas casas, comprometendo a higiene e a manutenção de necessidades básicas, sobretudo em tempos de pandemia.
Segundo uma moradora do bairro Boa Vista, que não quis se identificar, no local, não chega água desde o último sábado.
“Minha sorte é que aqui tem duas caixas de água e não tô lavando roupa. Uma já secou e a outra está bem fraquinha. Estamos usando só pra tomar banho, fazer comida e lavar algumas louças. A sorte é que está chovendo e podemos utilizar a água para a limpeza do banheiro, mas até amanhã, não sei se tenho água mais não”, disse, aflita.
“No bairro Brasília tá com quatro dias que não chega. A minha sorte é uma cacimba que eu tenho aqui, graças a Deus, o que ainda tá segurando a ‘pancada’ das três casas da gente, da minha mãe, do meu irmão e a minha”, lamentou outro leitor.
Já uma moradora do loteamento Jequitibá, no bairro Massaranduba, comemorou a pouca água que chega. “Tá fraquinha, mas tem. Tô aproveitando pra encher a caixa”. Falou, aliviada.
Consumidores do bairro Santa Esmeralda também relataram o desabastecimento.
De acordo com a assessoria de comunicação da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), devido ao grande volume de chuvas e o rompimento da barragem que afetou o rio Ipanema, as impurezas no Rio São Francisco atingiram um nível acima do normal, comprometendo a eficiência do tratamento e dificultando o abastecimento de Arapiraca e outros municípios da região Agreste.
Confira a nota:
A Agreste Saneamento segue adotando medidas emergenciais para controlar a qualidade da água captada na bacia do Rio São Francisco. O intenso volume das chuvas recentes e o rompimento de barragem que afetou o rio Ipanema tem contribuído para o aumento de vazão do São Francisco em Alagoas. Para se ter uma ideia, esta é a primeira vez desde o início da operação que há uma ocorrência desta magnitude.
O aumento da vazão traz, além da água, muitas impurezas e partículas em suspensão, o que é denominado tecnicamente como aumento na turbidez de água, e isto impacta diretamente na captação do recurso para o consumo humano.
Tal cenário histórico tem dificultado o tratamento da água captada e tratada pela Agreste Saneamento e entregue à Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) para distribuição em dez municípios alagoanos, beneficiando mais de 400 mil pessoas. Diante disso, medidas técnicas e operacionais foram adotadas para evitar danos ao processo de captação e tratamento.
De acordo com o diretor operacional da Agreste Saneamento, Sérgio Bovo, a empresa tem realizado acompanhamento ininterrupto nos sistemas de tratamento, em Arapiraca e São Brás.
“A quantidade de chuva em Santana do Ipanema tem causado transtornos na região, somados aos das chuvas ocorridas nas nascentes do Rio São Francisco. Esse cenário provocou uma alteração na qualidade da água. Isso impossibilita o tratamento em alguns momentos do dia. A situação vem sendo acompanhada pela Agreste Saneamento de perto, minuto a minuto. E estamos trabalhando para disponibilizar o maior volume de água possível, enquanto esse fenômeno não se estabiliza”.
As medidas adotadas como a paralisação temporária para limpeza e recirculação de água e controle de fluxo, por exemplo, têm o objetivo de preservar o sistema como um todo e garantir que a qualidade da água fornecida à população seja adequada.
“Este contratempo é passageiro, o controle deve ocorrer nos próximos dias. Estamos acompanhando e trabalhando ao máximo e, assim que possível, a situação será normalizada”, detalha Sérgio.
Leitores do Portal Já é Notícia relataram à nossa redação as dificuldades em seu dia a dia com as constantes faltas de água em suas casas, comprometendo a higiene e a manutenção de necessidades básicas, sobretudo em tempos de pandemia.
Segundo uma moradora do bairro Boa Vista, que não quis se identificar, no local, não chega água desde o último sábado.
“Minha sorte é que aqui tem duas caixas de água e não tô lavando roupa. Uma já secou e a outra está bem fraquinha. Estamos usando só pra tomar banho, fazer comida e lavar algumas louças. A sorte é que está chovendo e podemos utilizar a água para a limpeza do banheiro, mas até amanhã, não sei se tenho água mais não”, disse, aflita.
“No bairro Brasília tá com quatro dias que não chega. A minha sorte é uma cacimba que eu tenho aqui, graças a Deus, o que ainda tá segurando a ‘pancada’ das três casas da gente, da minha mãe, do meu irmão e a minha”, lamentou outro leitor.
Já uma moradora do loteamento Jequitibá, no bairro Massaranduba, comemorou a pouca água que chega. “Tá fraquinha, mas tem. Tô aproveitando pra encher a caixa”. Falou, aliviada.
Consumidores do bairro Santa Esmeralda também relataram o desabastecimento.
De acordo com a assessoria de comunicação da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), devido ao grande volume de chuvas e o rompimento da barragem que afetou o rio Ipanema, as impurezas no Rio São Francisco atingiram um nível acima do normal, comprometendo a eficiência do tratamento e dificultando o abastecimento de Arapiraca e outros municípios da região Agreste.
Confira a nota:
A Agreste Saneamento segue adotando medidas emergenciais para controlar a qualidade da água captada na bacia do Rio São Francisco. O intenso volume das chuvas recentes e o rompimento de barragem que afetou o rio Ipanema tem contribuído para o aumento de vazão do São Francisco em Alagoas. Para se ter uma ideia, esta é a primeira vez desde o início da operação que há uma ocorrência desta magnitude.
O aumento da vazão traz, além da água, muitas impurezas e partículas em suspensão, o que é denominado tecnicamente como aumento na turbidez de água, e isto impacta diretamente na captação do recurso para o consumo humano.
Tal cenário histórico tem dificultado o tratamento da água captada e tratada pela Agreste Saneamento e entregue à Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) para distribuição em dez municípios alagoanos, beneficiando mais de 400 mil pessoas. Diante disso, medidas técnicas e operacionais foram adotadas para evitar danos ao processo de captação e tratamento.
De acordo com o diretor operacional da Agreste Saneamento, Sérgio Bovo, a empresa tem realizado acompanhamento ininterrupto nos sistemas de tratamento, em Arapiraca e São Brás.
“A quantidade de chuva em Santana do Ipanema tem causado transtornos na região, somados aos das chuvas ocorridas nas nascentes do Rio São Francisco. Esse cenário provocou uma alteração na qualidade da água. Isso impossibilita o tratamento em alguns momentos do dia. A situação vem sendo acompanhada pela Agreste Saneamento de perto, minuto a minuto. E estamos trabalhando para disponibilizar o maior volume de água possível, enquanto esse fenômeno não se estabiliza”.
As medidas adotadas como a paralisação temporária para limpeza e recirculação de água e controle de fluxo, por exemplo, têm o objetivo de preservar o sistema como um todo e garantir que a qualidade da água fornecida à população seja adequada.
“Este contratempo é passageiro, o controle deve ocorrer nos próximos dias. Estamos acompanhando e trabalhando ao máximo e, assim que possível, a situação será normalizada”, detalha Sérgio.
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