Conselho de Farmácia orienta sobre uso da Hidroxicloroquina na infecção pelo coronavírus
Estudos preliminares mostram que a hidroxicloroquina – medicamento utilizado para o tratamento de Lúpus, doenças autoimunes, de caráter reumatoides, doenças de caráter crônico - apontam que este medicamento tem ajudado no tratamento de pessoas portadoras do vírus Covid-19, contudo, em âmbito hospitalar.
O secretário-geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, ressalta que este não é o momento de aquisição deste tipo de medicamento para uso doméstico. “Os testes foram feitos num número pequeno de pessoas (20 somente), pontuais e por isso não dá pra garantir que estes resultados irão se repetir”, revelou.
De acordo com o secretário é importante que as pessoas não façam a automedicação porque os efeitos colaterais deste medicamento são fortes, além disso, eles são estocados em poucas quantidades nas farmácias e drogarias porque são direcionados há um grupo específico de doentes.
“As pessoas portadoras de lúpus estão enfrentando dificuldade para encontrar o medicamento e dar continuidade ao seu tratamento porque está acontecendo estoque dos medicamentos com medo do vírus”, pontuou.
Entre os efeitos colaterais estão alterações cardíacas, arritmias, hipoglicemia e alterações na visão. Conforme Daniel, a melhor prevenção é lavar as mãos com água e sabão, utilizar álcool gel para as limpeza das mãos e superfícies e sobretudo, ficar em casa e respeitar esse momento de quarentena.
O secretário-geral do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Daniel Fortes, ressalta que este não é o momento de aquisição deste tipo de medicamento para uso doméstico. “Os testes foram feitos num número pequeno de pessoas (20 somente), pontuais e por isso não dá pra garantir que estes resultados irão se repetir”, revelou.
De acordo com o secretário é importante que as pessoas não façam a automedicação porque os efeitos colaterais deste medicamento são fortes, além disso, eles são estocados em poucas quantidades nas farmácias e drogarias porque são direcionados há um grupo específico de doentes.
“As pessoas portadoras de lúpus estão enfrentando dificuldade para encontrar o medicamento e dar continuidade ao seu tratamento porque está acontecendo estoque dos medicamentos com medo do vírus”, pontuou.
Entre os efeitos colaterais estão alterações cardíacas, arritmias, hipoglicemia e alterações na visão. Conforme Daniel, a melhor prevenção é lavar as mãos com água e sabão, utilizar álcool gel para as limpeza das mãos e superfícies e sobretudo, ficar em casa e respeitar esse momento de quarentena.
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