Adolescente é assediada por motorista da Uber: 'Faria coisas que o teu pai não faria'
A adolescente C.B., de 17 anos, compartilhou em seu Instagram um vídeo em que mostra estar sendo claramente assediada por um motorista do aplicativo Uber na cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. A menor tentou se esquivar do assunto, mas ele insistiu no papo.
Na sequência, o motorista identificado apenas como André diz que a jovem não é incapaz e seria assim se tivesse menos de 14 anos, o que não aparenta ter, em sua opinião.
"Não é problema igual. Seria um problema se tu tivesse 13 anos. Eu acho que tu não tem 13 anos. Aí seria uma menor incapaz. De 14 anos para cima tu já é responsável."
Ele ainda afirma que namoraria a jovem se ela não tivesse namorado. A estudante afirmou que ele tem idade para ser pai dela, mas o homem retruca:
"Não sou teu pai. Eu faria coisas que o teu pai não faria", afirmou e concluiu que estava "brincando".
Em contato com a Marie Claire, a Uber disse em nota que considera inaceitável e repudia qualquer ato de violência contra mulheres. A empresa ainda salienta sobre a importância de combater, coibir e denunciar casos dessa natureza às autoridades competentes e avisa que a conta do motorista parceiro foi banida assim que a denúncia foi feita.
"A empresa defende que as mulheres têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem e têm o direito de fazer isso em um ambiente seguro. Todas as viagens com a plataforma são registradas por GPS. Isso permite que em caso de incidentes nossa equipe especializada possa dar o suporte necessário, sabendo quem foi o motorista parceiro e o usuário, seus históricos e qual o trajeto realizado", comentou.
A Uber também esclarece que como parte do processo de cadastramento para utilizar o aplicativo, todos os motoristas passam por uma checagem de antecedentes criminais realizada por uma empresa especializada que, a partir dos documentos fornecidos pelo próprio motorista e com consentimento deste, consulta informações de diversos bancos de dados oficiais e públicos de todo o país em busca de apontamentos criminais, na forma da lei.
"A Uber também realiza rechecagens periódicas dos motoristas já aprovados pelo menos uma vez a cada 12 meses. Desde 2018, a empresa tem um compromisso público para enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil, materializado no investimento em projetos elaborados em parceria com entidades que são referência no assunto, que inclui campanhas contra o assédio e podcast para motoristas parceiros sobre violência contra a mulher, entre outras ações. Em novembro, a Uber anunciou um investimento de R$ 5 milhões para continuidade desse compromisso ao longo dos próximos anos", finaliza.

Na sequência, o motorista identificado apenas como André diz que a jovem não é incapaz e seria assim se tivesse menos de 14 anos, o que não aparenta ter, em sua opinião.
"Não é problema igual. Seria um problema se tu tivesse 13 anos. Eu acho que tu não tem 13 anos. Aí seria uma menor incapaz. De 14 anos para cima tu já é responsável."
Ele ainda afirma que namoraria a jovem se ela não tivesse namorado. A estudante afirmou que ele tem idade para ser pai dela, mas o homem retruca:
"Não sou teu pai. Eu faria coisas que o teu pai não faria", afirmou e concluiu que estava "brincando".
Em contato com a Marie Claire, a Uber disse em nota que considera inaceitável e repudia qualquer ato de violência contra mulheres. A empresa ainda salienta sobre a importância de combater, coibir e denunciar casos dessa natureza às autoridades competentes e avisa que a conta do motorista parceiro foi banida assim que a denúncia foi feita.
"A empresa defende que as mulheres têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem e têm o direito de fazer isso em um ambiente seguro. Todas as viagens com a plataforma são registradas por GPS. Isso permite que em caso de incidentes nossa equipe especializada possa dar o suporte necessário, sabendo quem foi o motorista parceiro e o usuário, seus históricos e qual o trajeto realizado", comentou.
A Uber também esclarece que como parte do processo de cadastramento para utilizar o aplicativo, todos os motoristas passam por uma checagem de antecedentes criminais realizada por uma empresa especializada que, a partir dos documentos fornecidos pelo próprio motorista e com consentimento deste, consulta informações de diversos bancos de dados oficiais e públicos de todo o país em busca de apontamentos criminais, na forma da lei.
"A Uber também realiza rechecagens periódicas dos motoristas já aprovados pelo menos uma vez a cada 12 meses. Desde 2018, a empresa tem um compromisso público para enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil, materializado no investimento em projetos elaborados em parceria com entidades que são referência no assunto, que inclui campanhas contra o assédio e podcast para motoristas parceiros sobre violência contra a mulher, entre outras ações. Em novembro, a Uber anunciou um investimento de R$ 5 milhões para continuidade desse compromisso ao longo dos próximos anos", finaliza.

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