Mauro Naves classifica como ‘triste e vexatório’ episódio de demissão da Globo
O jornalista esportivo Mauro Naves, fora da TV aberta desde junho do ano passado, considera “triste e vexatório” a maneira como foi demitido da Globo. Nesta semana, em longa entrevista ao podcast Qualé, Moré, comandado pelo ex-BBB Ivan Moré, diz ter percebido durante o anuncio feito pela global, que a saída era definitiva. “A maneira que foi dita, eu entendi ali que não teria mais volta”, afirmou.
À época, a nota divulgada ao vivo no Jornal Nacional esclarece que Mauro Naves foi afastado porque forneceu o telefone de Neymar da Silva Santos, pai de Neymar, ao advogado José Edgard Bueno, em troca de uma posterior entrevista exclusiva. Para Mauro, a resposta da TV Globo foi severa demais.
“Eu liguei pra ele [pai do Neymar] e falei o que estava acontecendo. Expliquei que um advogado tinha me procurado, tinha uma acusação contra o filho dele e que queria falar com ele. Perguntei se poderia passar o telefone, ele me disse que sim. Passei de um pra um, de um pra outro e fiquei esperando ter a notícia, mas a notícia não aconteceu porque ela se desentendeu com esse advogado e ele caiu fora. Falei: ‘Caí fora junto, não tenho mais a fonte’. Fiquei sossegado”, relembra.
O jornalista, que já tinha mais de 31 anos dedicados a empresa dos Marinho, confessa que a demissão foi a pior fase da sua vida. “Eu tive o meu 7×1 com a Globo no ano passado, eu não estava esperando. Foi meu maior 7×1, pessoal e profissional. Eu gostaria de continuar [na Globo] porque a situação que aconteceu me colocou de um jeito como se eu tivesse feito algo errado. Eu entendo até hoje que eu não fiz nada errado”, concluiu.
À época, a nota divulgada ao vivo no Jornal Nacional esclarece que Mauro Naves foi afastado porque forneceu o telefone de Neymar da Silva Santos, pai de Neymar, ao advogado José Edgard Bueno, em troca de uma posterior entrevista exclusiva. Para Mauro, a resposta da TV Globo foi severa demais.
“Eu liguei pra ele [pai do Neymar] e falei o que estava acontecendo. Expliquei que um advogado tinha me procurado, tinha uma acusação contra o filho dele e que queria falar com ele. Perguntei se poderia passar o telefone, ele me disse que sim. Passei de um pra um, de um pra outro e fiquei esperando ter a notícia, mas a notícia não aconteceu porque ela se desentendeu com esse advogado e ele caiu fora. Falei: ‘Caí fora junto, não tenho mais a fonte’. Fiquei sossegado”, relembra.
O jornalista, que já tinha mais de 31 anos dedicados a empresa dos Marinho, confessa que a demissão foi a pior fase da sua vida. “Eu tive o meu 7×1 com a Globo no ano passado, eu não estava esperando. Foi meu maior 7×1, pessoal e profissional. Eu gostaria de continuar [na Globo] porque a situação que aconteceu me colocou de um jeito como se eu tivesse feito algo errado. Eu entendo até hoje que eu não fiz nada errado”, concluiu.
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