Por meio da doação de livros educadora incentiva o hábito da leitura
A formadora de docentes da rede estadual de ensino e mestranda em Ensino pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) Márcia Mendes teve acesso aos livros tardiamente. Mesmo com essa realidade, a graduada em Letras cresceu mantendo sua paixão pelo universo da literatura. Atualmente, ela atua contribuindo para modificar a realidade de tantos outros que não possuem condições de ter acesso aos livros.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), apesar dos índices do analfabetismo no Brasil terem melhorado, o país ainda convive com 11,3 milhões de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais, o equivalente a 6,8% dessa população. O número está relacionado ao contexto analisado em 2018 e apresentou queda de 0,1% comparado a 2017, significando 121 mil analfabetos a menos.
Ciente da importância da educação como mecanismo de transformação social, Márcia criou, no ano de 2017, o projeto “Um livro para chamar de meu”. Durante os eventos infantis que participa, a educadora percebeu que muitas crianças, assim como ela na infância, não tinham livros. Comovida, ela criou uma ação em que recebe os exemplares de amigos, outros educadores e de editoras e os doa em escolas, feiras literárias e rodas de conversa.
“Eu recolho doações no trabalho, recebo de escritoras parceiras, livrarias, carrego dentro da bolsa e sigo distribuindo. Não existe um local específico. Entrego para as crianças em escolas e diversos lugares”, explica.
Convidada para realizar uma contação de histórias na rede de educação básica, no mês de dezembro de 2019, na Escola Municipal Nova Brasília, em São Sebastião do Passé, Márcia Mendes irá retornar à unidade para fazer a entrega de muitos livros e, a pedido das próprias crianças, fará uma roda de diálogo sobre a consciência negra.
Na oportunidade, a também escritora irá presentear as crianças com o seu mais novo título. A obra A gata que não era xadrez será lançada na abertura do semestre na Uesb. Além desta, Márcia tem outras duas obras já publicadas: Dandara, cadê você? e Quem é Amora? Em seus livros, a autora incentiva o protagonismo dos pequenos leitores.
“Em todos os meus livros, priorizo espaço em branco para que eles possam reescrever a própria história, para que possam descobrir seu potencial criativo e de escrita”, sugere Mendes que defende uma educação mais lúdica, interativa e estimulante. “A essência do ato de aprender está na pergunta e não nas respostas”, conclui.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), apesar dos índices do analfabetismo no Brasil terem melhorado, o país ainda convive com 11,3 milhões de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais, o equivalente a 6,8% dessa população. O número está relacionado ao contexto analisado em 2018 e apresentou queda de 0,1% comparado a 2017, significando 121 mil analfabetos a menos.
Ciente da importância da educação como mecanismo de transformação social, Márcia criou, no ano de 2017, o projeto “Um livro para chamar de meu”. Durante os eventos infantis que participa, a educadora percebeu que muitas crianças, assim como ela na infância, não tinham livros. Comovida, ela criou uma ação em que recebe os exemplares de amigos, outros educadores e de editoras e os doa em escolas, feiras literárias e rodas de conversa.
“Eu recolho doações no trabalho, recebo de escritoras parceiras, livrarias, carrego dentro da bolsa e sigo distribuindo. Não existe um local específico. Entrego para as crianças em escolas e diversos lugares”, explica.
Convidada para realizar uma contação de histórias na rede de educação básica, no mês de dezembro de 2019, na Escola Municipal Nova Brasília, em São Sebastião do Passé, Márcia Mendes irá retornar à unidade para fazer a entrega de muitos livros e, a pedido das próprias crianças, fará uma roda de diálogo sobre a consciência negra.
Na oportunidade, a também escritora irá presentear as crianças com o seu mais novo título. A obra A gata que não era xadrez será lançada na abertura do semestre na Uesb. Além desta, Márcia tem outras duas obras já publicadas: Dandara, cadê você? e Quem é Amora? Em seus livros, a autora incentiva o protagonismo dos pequenos leitores.
“Em todos os meus livros, priorizo espaço em branco para que eles possam reescrever a própria história, para que possam descobrir seu potencial criativo e de escrita”, sugere Mendes que defende uma educação mais lúdica, interativa e estimulante. “A essência do ato de aprender está na pergunta e não nas respostas”, conclui.

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