MEC anuncia mudanças para o Fies a partir de 2020
O programa de Financiamento Estudantil (Fies) irá passar por mudanças a partir do ano de 2021. Entre as alterações aprovadas pelo Comitê Gestor do Fies está a exigência de nota mínima de 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), avaliação obrigatória para quem deseja realizar o financiamento. Além disso, a partir de 2021, o programa poderá ter uma redução na oferta de vagas financiadas.
Apesar de exigência de nota mínima na redação, continua em vigor a regra de média mínima de 450 pontos nas provas objetivas do Enem. Outra alteração é que será mais difícil mudar de curso dentro da instituição de ensino. Para serem transferidos, os estudantes beneficiados pelo Fies precisam ter resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado.
Antes das normas recentemente aprovadas, não havia a exigência de uma nota mínima na redação do Enem, era necessário apenas não ter zerado a prova, mesmo critério usado para seleção de estudantes para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferta vagas em universidades públicas, e para o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior.
P-Fies
Diferente da modalidade tradicional, o comitê flexibilizou as regras do P-Fies, um financiamento mantido por fundos constitucionais e de desenvolvimento e por bancos privados. A partir da validação dos novos critérios, não será mais preciso ter feito o Enem e não há mais limite de renda. Além disso, será possível contratar esse financiamento durante todo o ano e não mais apenas nos processos seletivos do Fies.
Inadimplência
Um dos principais motivos para as mudanças do Fies é a alta inadimplência no programa. O percentual de inadimplentes registrado pelo programa chegou a atingir 50,1% de acordo com dados do Ministério da Educação (MEC).
Apesar de exigência de nota mínima na redação, continua em vigor a regra de média mínima de 450 pontos nas provas objetivas do Enem. Outra alteração é que será mais difícil mudar de curso dentro da instituição de ensino. Para serem transferidos, os estudantes beneficiados pelo Fies precisam ter resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado.
Antes das normas recentemente aprovadas, não havia a exigência de uma nota mínima na redação do Enem, era necessário apenas não ter zerado a prova, mesmo critério usado para seleção de estudantes para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferta vagas em universidades públicas, e para o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior.
P-Fies
Diferente da modalidade tradicional, o comitê flexibilizou as regras do P-Fies, um financiamento mantido por fundos constitucionais e de desenvolvimento e por bancos privados. A partir da validação dos novos critérios, não será mais preciso ter feito o Enem e não há mais limite de renda. Além disso, será possível contratar esse financiamento durante todo o ano e não mais apenas nos processos seletivos do Fies.
Inadimplência
Um dos principais motivos para as mudanças do Fies é a alta inadimplência no programa. O percentual de inadimplentes registrado pelo programa chegou a atingir 50,1% de acordo com dados do Ministério da Educação (MEC).
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