As principais consequências do lixo eletrônico
A tecnologia é cada vez mais responsável por facilitar o cotidiano das pessoas e das empresas. Associada a ciência, ela inova e oferece um mundo de soluções e praticidades que acabam por gerar certa dependência em seus usuários. Quem hoje, uma vez apresentado as facilidades dos smartphones, conseguiria viver desconectado? Sem ter ao menos uma televisão em casa? Sem geladeira para armazenar mantimentos? Sem ventilador, ar condicionado ou aquecedor? Pois é! A vida moderna nos trouxe ‘conforto’ e é muito difícil abrir mão desse universo.
Porém, a atualização rápida e constante do mercado eletrônico pode oferecer alguns danos caso não seja encarada com responsabilidade e consciência ambiental.
A intensa produção de e-lixo
Um recente estudo Global da E-waste Monitor trouxe números preocupantes quanto a produção de lixo eletrônico mundial gerado em um ano. Segundo artigo publicado pelo time de conteúdo da Betway Cassino, site de caça níquel online, em 2017, foram contabilizados 44,7 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos. É considerado lixo eletrônico todo produto que faça uso de tomadas ou baterias. Smartphones, impressoras, computadores, geladeiras, televisões, micro-ondas são alguns dos que facilmente podem ser encontrados em residências unifamiliares.
O pesquisador Hernani Diamantes, que atua na USP em Sobrevivência Planetária, relata que a obsolescência programada dos aparelhos atuais é um dos principais problemas na alta produção de e-lixo. O mercado, focado na intensa produção de produtos, fabricam aparelhos eletrônicos com um determinado tempo de uso. Em alguns meses esse produto ficará defasado e não conseguirá mais atender as necessidades do usuário. Com isso, a substituição por mercadorias mais atuais está cada vez mais rápida. É nesse momento que devemos ter cuidado, e buscar informações sobre o descarte ideal desses aparelhos é uma das melhores maneiras de contribuir para uma vida mais saudável.
O Brasil ocupa a 7º posição no ranking dos países que mais produzem lixo eletrônico e é o vencedor entre os países da América Latina. O pódio de primeiro, segundo e terceiro lugar é ocupado por China, EUA e Japão, respectivamente. Segundo dados da ONU, são produzidos anualmente, em média, 55 milhões de toneladas de e-lixo a nível mundial, o que equivale ao peso de todas as aeronaves comerciais já produzidas.
Conscientes das consequências que geram danos à saúde humana e do planeta, empresas, como a Betway, buscam alternativas a fim de mitigar os problemas gerados pelo descarte inadequado, gerando conteúdo informativo e educativo. A sul-coreana Samsung oferece urnas de coleta localizadas nas assistências técnicas autorizadas ou nas lojas próprias espalhadas pelo país. A Motorola tem um programa de coleta de baterias usadas e em 2007, o programa foi expandido para um sistema de coleta de baterias e equipamentos da marca. Os PEVs, Pontos de entrega Voluntária são cada vez mais utilizados na arrecadação de lixos para serem reciclados e reutilizados pela própria empresa fabricante.
Os danos à saúde e ao meio ambiente
O descarte inadequado pode gerar diversas consequências a longo prazo. Doenças cardiovasculares, hepáticas, respiratórias e do sistema nervoso, são alguns dos problemas que podem afetar a saúde humana. Além disso, os metais liberados pelos produtos em desuso acidificam os lençóis freáticos, a fauna e a flora, já que são descartados em aterros sanitários contaminando o solo.
Porém, a atualização rápida e constante do mercado eletrônico pode oferecer alguns danos caso não seja encarada com responsabilidade e consciência ambiental.
A intensa produção de e-lixo
Um recente estudo Global da E-waste Monitor trouxe números preocupantes quanto a produção de lixo eletrônico mundial gerado em um ano. Segundo artigo publicado pelo time de conteúdo da Betway Cassino, site de caça níquel online, em 2017, foram contabilizados 44,7 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos. É considerado lixo eletrônico todo produto que faça uso de tomadas ou baterias. Smartphones, impressoras, computadores, geladeiras, televisões, micro-ondas são alguns dos que facilmente podem ser encontrados em residências unifamiliares.
O pesquisador Hernani Diamantes, que atua na USP em Sobrevivência Planetária, relata que a obsolescência programada dos aparelhos atuais é um dos principais problemas na alta produção de e-lixo. O mercado, focado na intensa produção de produtos, fabricam aparelhos eletrônicos com um determinado tempo de uso. Em alguns meses esse produto ficará defasado e não conseguirá mais atender as necessidades do usuário. Com isso, a substituição por mercadorias mais atuais está cada vez mais rápida. É nesse momento que devemos ter cuidado, e buscar informações sobre o descarte ideal desses aparelhos é uma das melhores maneiras de contribuir para uma vida mais saudável.
O Brasil ocupa a 7º posição no ranking dos países que mais produzem lixo eletrônico e é o vencedor entre os países da América Latina. O pódio de primeiro, segundo e terceiro lugar é ocupado por China, EUA e Japão, respectivamente. Segundo dados da ONU, são produzidos anualmente, em média, 55 milhões de toneladas de e-lixo a nível mundial, o que equivale ao peso de todas as aeronaves comerciais já produzidas.
Conscientes das consequências que geram danos à saúde humana e do planeta, empresas, como a Betway, buscam alternativas a fim de mitigar os problemas gerados pelo descarte inadequado, gerando conteúdo informativo e educativo. A sul-coreana Samsung oferece urnas de coleta localizadas nas assistências técnicas autorizadas ou nas lojas próprias espalhadas pelo país. A Motorola tem um programa de coleta de baterias usadas e em 2007, o programa foi expandido para um sistema de coleta de baterias e equipamentos da marca. Os PEVs, Pontos de entrega Voluntária são cada vez mais utilizados na arrecadação de lixos para serem reciclados e reutilizados pela própria empresa fabricante.
Os danos à saúde e ao meio ambiente
O descarte inadequado pode gerar diversas consequências a longo prazo. Doenças cardiovasculares, hepáticas, respiratórias e do sistema nervoso, são alguns dos problemas que podem afetar a saúde humana. Além disso, os metais liberados pelos produtos em desuso acidificam os lençóis freáticos, a fauna e a flora, já que são descartados em aterros sanitários contaminando o solo.
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