Mulher morre atingida por dispositivo usado em chá de revelação
Uma mulher de 56 anos morreu durante um chá de revelação na área rural de Iowa, nos Estados Unidos, após a explosão de um dispositivo conhecido como pipe bomb ou "bomba-tubo", na tarde do último sábado.
Pamela Kreimeyer era convidada da festa que revelaria o sexo do bebê, mas foi atingida na cabeça por um pedaço de metal envolto por pólvora, mesmo estando a aproximadamente 15 metros de distância, segundo testemunhas.
"Esta família se reuniu para o que eles pensavam que seria um evento feliz, sem a intenção de alguém se machucar", disse o xerife do condado de Marion, Jason Sandholdt, em um comunicado enviado ao site "BuzzFeed News". "É um lembrete de que sempre que alguém manuseia esses materiais, há um alto potencial de ferimentos graves ou morte; por favor, não corra esses riscos desnecessários".
Cinco outras pessoas, incluindo a grávida anfitriã, tinham combinado de filmar a ação de diferentes explosivos que revelariam o sexo da criança para depois postarem as imagens nas redes sociais. De acordo com a polícia, ninguém será acusado neste caso, mas o episódio continuará sendo investigado.
O dispositivo que matou Pamela era formado por um suporte feito por uma placa de metal com um furo na lateral e um fusível, e ainda um pedaço de madeira com pólvora e um material colorido, que indicaria o sexo do bebê. O efeito desejado, porém, não foi obtido.
Pamela Kreimeyer era convidada da festa que revelaria o sexo do bebê, mas foi atingida na cabeça por um pedaço de metal envolto por pólvora, mesmo estando a aproximadamente 15 metros de distância, segundo testemunhas.
"Esta família se reuniu para o que eles pensavam que seria um evento feliz, sem a intenção de alguém se machucar", disse o xerife do condado de Marion, Jason Sandholdt, em um comunicado enviado ao site "BuzzFeed News". "É um lembrete de que sempre que alguém manuseia esses materiais, há um alto potencial de ferimentos graves ou morte; por favor, não corra esses riscos desnecessários".
Cinco outras pessoas, incluindo a grávida anfitriã, tinham combinado de filmar a ação de diferentes explosivos que revelariam o sexo da criança para depois postarem as imagens nas redes sociais. De acordo com a polícia, ninguém será acusado neste caso, mas o episódio continuará sendo investigado.
O dispositivo que matou Pamela era formado por um suporte feito por uma placa de metal com um furo na lateral e um fusível, e ainda um pedaço de madeira com pólvora e um material colorido, que indicaria o sexo do bebê. O efeito desejado, porém, não foi obtido.
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