Técnicos do Governo Federal vão a áreas afetadas por mineração
Conduzidos pela Coordenadoria Municipal Especial de Proteção e Defesa Civil (Compdec), representantes do Ministério da Cidadania conheceram nesta sexta-feira (18) as áreas afetadas pela instabilidade em decorrência da mineração nos bairros Pinheiro, Mutange e Bebedouro. A visita técnica fecha a capacitação sobre atendimento em situação de calamidade e desastre promovida aos servidores da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e faz parte das ações do Plano de Ações Integradas (PAI).
O coordenador Municipal Especial de Proteção e Defesa Civil de Maceió, Dinário Lemos, conduziu a visita, explicando para os técnicos do Governo Federal em campo a forma como as mais de 40 mil famílias estão sendo afetadas pelo problema que já é considerado o desastre mais complexo do Brasil e o sexto mais complexo mundialmente.
“A área de monitoramento, os dados de evacuação e os quantitativos dos bairros já foram mostrados previamente no mapa de risco. Nós viemos a campo para apresentar as fissuras e para detalhar o que havia sido apresentado previamente. Essa ação faz parte do Plano Integrado de Ações e Emergência do Governo Federal”, explicou Dinário Lemos.
De acordo com a Coordenadora Geral do Serviço de Acolhimento Institucional do Ministério da Cidadania, Viviane Ferro, a visita técnica faz parte do módulo final de uma capacitação sobre atendimentos em situação de calamidade e desastre, que vem sendo realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Seads) desde o dia 16 de outubro. “A capacitação durou dois dias e teve o objetivo de pensar a atuação da política de assistência nas situações de emergência e calamidade pública, pois nosso foco é a proteção social na sua integralidade”, explicou ela.
Para o vice-prefeito e Secretário Municipal de Assistência Social (Semas), Marcelo Palmeira, que também fez parte da visita, a apresentação das áreas de risco é uma parte crucial da capacitação. “É importante para termos uma dimensão prática do caso. O acompanhamento da Defesa Civil e a explicação dos dados na sala de monitoramento são uma parte crucial do curso, que tem o objetivo de agregar e integrar às políticas que já vem sendo praticadas pela Semas, mediante a esses problemas ocorridos nos bairros de Maceió”, disse.
Emy Oliveira, assistente social da Semas, detalhou o processo de capacitação. “Durante o curso, detalhamos o trabalho que estamos realizando e apresentamos toda nossa equipe. As reuniões em si foram focadas nos direcionamentos específicos para as situações emergenciais,” especificou a assistente.
O coordenador Municipal Especial de Proteção e Defesa Civil de Maceió, Dinário Lemos, conduziu a visita, explicando para os técnicos do Governo Federal em campo a forma como as mais de 40 mil famílias estão sendo afetadas pelo problema que já é considerado o desastre mais complexo do Brasil e o sexto mais complexo mundialmente.
“A área de monitoramento, os dados de evacuação e os quantitativos dos bairros já foram mostrados previamente no mapa de risco. Nós viemos a campo para apresentar as fissuras e para detalhar o que havia sido apresentado previamente. Essa ação faz parte do Plano Integrado de Ações e Emergência do Governo Federal”, explicou Dinário Lemos.
De acordo com a Coordenadora Geral do Serviço de Acolhimento Institucional do Ministério da Cidadania, Viviane Ferro, a visita técnica faz parte do módulo final de uma capacitação sobre atendimentos em situação de calamidade e desastre, que vem sendo realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Seads) desde o dia 16 de outubro. “A capacitação durou dois dias e teve o objetivo de pensar a atuação da política de assistência nas situações de emergência e calamidade pública, pois nosso foco é a proteção social na sua integralidade”, explicou ela.
Para o vice-prefeito e Secretário Municipal de Assistência Social (Semas), Marcelo Palmeira, que também fez parte da visita, a apresentação das áreas de risco é uma parte crucial da capacitação. “É importante para termos uma dimensão prática do caso. O acompanhamento da Defesa Civil e a explicação dos dados na sala de monitoramento são uma parte crucial do curso, que tem o objetivo de agregar e integrar às políticas que já vem sendo praticadas pela Semas, mediante a esses problemas ocorridos nos bairros de Maceió”, disse.
Emy Oliveira, assistente social da Semas, detalhou o processo de capacitação. “Durante o curso, detalhamos o trabalho que estamos realizando e apresentamos toda nossa equipe. As reuniões em si foram focadas nos direcionamentos específicos para as situações emergenciais,” especificou a assistente.
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