Bolsonaro diz não ter bola de cristal para descobrir quem foi o responsável pelo vazamento de óleo no Nordeste
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou na manhã desta quinta-feira (10) que tem quase certeza que o derramamento de óleo que atingiu as praias do Nordeste é criminoso. As poças de óleo vêm aparecendo em praias nordestinas desde o início de setembro e atingiram 139 locais em 63 municípios.
“O último problema que tivemos, derramamento criminoso, com toda certeza, quase certeza ser criminoso na região costeira do Nordeste. Eu não precisei ligar pra ele [ministro da Defesa] para que tomasse as providências. Ele veio à Presidência e mostrou o que estava fazendo. Nós já estávamos analisando e monitorando as amostras de piche, porque aquilo é um piche, não é petróleo em si, desde o dia 2 do mês passado”, afirmou o presidente referindo-se à confiança que possui no ministro da Defesa, o general do Exército Fernando Azevedo durante participação no Fórum de Investimentos Brasil 2019, na Zona Sul de São Paulo.
“Obviamente, não temos bola de cristal para descobrirmos rapidamente quem foram os responsáveis por esse ato criminoso, mas as providências sempre tomamos”, ressaltou o presidente em tom de crítica.
O presidente voltou a criticar a imprensa nacional e internacional e disse que o objetivo das publicações sobre as queimadas da Amazônia era abalar a soberania nacional. “Conheçam a Amazônia, vocês não serão queimados, com certeza. Afinal de contas, o que muitas vezes, muitos jornais, muitas televisões mostram não é a realidade. É uma área lindíssima, quase totalmente preservada. Essa terra é patrimônio do Brasil, a Amazônia não é o pulmão do mundo, isso está cientificamente comprovado. Nós queremos explorar de forma sustentável”, declarou.
Vazamento de Óleo
De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), a mesma substância está poluindo a costa brasileira. Trata-se de petróleo cru, e não de um produto derivado do óleo.
Em audiência pública na Câmara, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que o derramamento de óleo é "preocupante" e não dá sinais de estar retrocedendo.
No sábado (5), Bolsonaro determinou a investigação das causas e dos responsáveis pelas manchas de óleo. As investigações são conduzidas pela Polícia Federal, Ministério da Defesa, Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Na segunda (7), o presidente discutiu a situação em uma reunião no Ministério da Defesa.
Após o encontro, ele disse a jornalistas que as manchas são “analisadas” desde 2 de setembro e frisou que o óleo não é produzido e nem comercializado no Brasil.
“O último problema que tivemos, derramamento criminoso, com toda certeza, quase certeza ser criminoso na região costeira do Nordeste. Eu não precisei ligar pra ele [ministro da Defesa] para que tomasse as providências. Ele veio à Presidência e mostrou o que estava fazendo. Nós já estávamos analisando e monitorando as amostras de piche, porque aquilo é um piche, não é petróleo em si, desde o dia 2 do mês passado”, afirmou o presidente referindo-se à confiança que possui no ministro da Defesa, o general do Exército Fernando Azevedo durante participação no Fórum de Investimentos Brasil 2019, na Zona Sul de São Paulo.
“Obviamente, não temos bola de cristal para descobrirmos rapidamente quem foram os responsáveis por esse ato criminoso, mas as providências sempre tomamos”, ressaltou o presidente em tom de crítica.
O presidente voltou a criticar a imprensa nacional e internacional e disse que o objetivo das publicações sobre as queimadas da Amazônia era abalar a soberania nacional. “Conheçam a Amazônia, vocês não serão queimados, com certeza. Afinal de contas, o que muitas vezes, muitos jornais, muitas televisões mostram não é a realidade. É uma área lindíssima, quase totalmente preservada. Essa terra é patrimônio do Brasil, a Amazônia não é o pulmão do mundo, isso está cientificamente comprovado. Nós queremos explorar de forma sustentável”, declarou.
Vazamento de Óleo
De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), a mesma substância está poluindo a costa brasileira. Trata-se de petróleo cru, e não de um produto derivado do óleo.
Em audiência pública na Câmara, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que o derramamento de óleo é "preocupante" e não dá sinais de estar retrocedendo.
No sábado (5), Bolsonaro determinou a investigação das causas e dos responsáveis pelas manchas de óleo. As investigações são conduzidas pela Polícia Federal, Ministério da Defesa, Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Na segunda (7), o presidente discutiu a situação em uma reunião no Ministério da Defesa.
Após o encontro, ele disse a jornalistas que as manchas são “analisadas” desde 2 de setembro e frisou que o óleo não é produzido e nem comercializado no Brasil.
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